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Com Sambódromo interditado, Carnaval de Manaus corre risco de não acontecer mais uma vez

Pedido de interdição do Sambódromo pelo MPE foi aceito pelo Tribunal de Justiça; local não oferece condições adequadas para prevenir acidentes e garantir a segurança dos frequentadores

O Sambódromo é o único local da cidade que recebe eventos de grande porte

O Sambódromo é o único local da cidade que recebe eventos de grande porte (Marcelo Cadilhe )

Após a ameaça de cancelamento do desfile das escolas de samba, no fim de janeiro, o Carnaval de Manaus está mais uma vez correndo o risco de não acontecer.

O Sambódromo, principal centro de convenções de Manaus, teve sua interdição decretada pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por oferecer risco de vida aos frequentadores. A decisão é do juiz Ronnie Frank Torres Stone, da 1ª Vara da Fazenda Pública Estadual, e deve ser publicada no Diário da Justiça Eletrônico nesta quinta (13).

A medida, em caráter liminar, foi solicitada pelo Ministério Público Estadual (MPE), após a constatação de que o local não dispõe de uma estrutura adequada para prevenir acidentes e garantir a segurança do público.

“Obviamente, é inadmissível que um sítio como esse não seja extrema e cautelosamente precavido contra incêndios e outros sinistros, haja vista que qualquer tumulto generalizado ocorrido nas dependências do estabelecimento pode se tornar, em questão de segundos, tragédia avassaladora e de grandes proporções”, escreveu o juiz em sua sentença.

Além da interdição, o magistrado estipulou uma multa de R$ 10 mil por dia, em caso de descumprimento da decisão.

A Secretaria de Estado de Cultura (SEC), responsável pelo Sambódromo, deve emitir nota nesta tarde para informar sobre as providências para que o desfile das escolas de samba, previsto para acontecer no fim deste mês, seja assegurado.

Em nota, a Agência de Estado de Comunicação (Agecom) afirmou que o Governo do Amazonas só irá se pronunciar sobre o assunto quando for
notificado oficialmente.