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Em Coari, homem é preso por envolvimento em contrabando e venda de munições

No comércio eram vendidas, de modo indevido, munições de armas de fogo de uso permitido, substâncias utilizadas para fabricação de projeteis, tais como: chumbo, espoleta, pólvora, além de medicamentos sem registros no Ministério da Saúde e bebidas alcoólicas importadas, supostamente contrabandeadas.

O material apreendido era vendido em um comércio local

O material apreendido era vendido em um comércio local (Divulgação)

Policiais Civis do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), Grupo de Força Especial de Resgate e Assaltos (FERA) e Delegacia Interativa de Coari autuaram na manhã desta quinta-feira (17), no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus), o peruano Antônio Ludeña Guerrero, 44, e Francisco Ventura Pereira Barroso, 30. Guerrero é suspeito de envolvimento em contrabando, venda irregular de munições de arma de fogo, medicamentos e bebidas alcoólicas.

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar expedido pela Vara Criminal da Comarca do Município, os suspeitos foram encontrados no pequeno estabelecimento de propriedade de Antônio Ludeña. Francisco Barroso foi preso em flagrante quando comprava produtos de distribuição irregular.

No comércio eram vendidas, de modo indevido, munições de armas de fogo de uso permitido, substâncias utilizadas para fabricação de projeteis, tais como: chumbo, espoleta, pólvora, além de medicamentos sem registros no Ministério da Saúde e bebidas alcoólicas importadas, supostamente contrabandeadas.

De acordo com o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), a ação realizada corresponde ao objetivo do policiamento local de estabelecer ordem social no município. “A Polícia Civil está empenhada em instalar um choque de ordem no local, cumprindo mandados de prisão e dando prosseguimento aos trabalhos de investigação”, afirmou o delegado Antônio Chicre Neto.

Seguido os procedimentos de registros policiais, o comerciante ficará recluso na Unidade Prisional de Coari e Francisco Barroso, por ter cometido crime de menor potencial, foi liberado após recolhimento da fiança junto à agência bancária arbitrada pelo delegado.


*Com informações de assessoria