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Colégio promove palestra dentro do projeto 'Escola Sem Drogas' com presença de autores

O ESD, que existe há mais de 20 anos, já beneficiou mais de 300 mil jovens por meio de visitas nas escolas de todo o País conversando com os estudantes e alertando para os prejuízos do consumo de drogas. Frequentemente, os professores do CEL passam por capacitações para lidar com o problema

Arlem e Laila Maffra é formado em consultoria em dependência química em São Paulo e contará sua experiência com o crack

Arlem e Laila Maffra é formado em consultoria em dependência química em São Paulo e contará sua experiência com o crack (Divulgação)

Para orientar e conscientizar os jovens em relação ao problema das drogas, uma das grandes causadoras de tragédias sociais e familiares da atualidade, o Centro Literatus promoverá, neste sábado (26), um encontro de seus alunos com o casal de escritores Arlem e Laila Maffra, idealizadores do projeto Escola Sem Drogas (ESD). Além de assistir a palestra, os estudantes irão debater e apresentar trabalhos sobre o tema.

Arlem, que atualmente é formado em consultoria em dependência química pelo Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) de São Paulo, contará sua experiência com o consumo do crack, substância que o levou inclusive a viver como mendigo nas calçadas da Cracolândia da capital paulista durante anos.

Ele é personagem e coautor do best-seller infantil “Mais Forte que o Crack”, com a Laila Maffra, que durante o período da recaída do marido deu continuidade ao projeto Escola Sem Drogas, além de escrever os livros “Droga, Disfarce Irresistível" e "Se Não Fosse o Crack Te Teria Outra Vez". 

Assim como Arlem, Laila também teve experiência com o uso de drogas quando era adolescente em Manaus, onde chegou a ser internada na então Fundação do Bem Estar do Menor (Febem). Quando conseguiu liberdade, optou por fazer tratamento clínico em Brasília e depois disso veio a Manaus para se dedicar ao combate às drogas.

O ESD, que existe há mais de 20 anos, já beneficiou mais de 300 mil jovens por meio de visitas nas escolas de todo o País conversando com os estudantes e alertando para os prejuízos do consumo de drogas, que implica em riscos com relação à saúde física e mental, aos relacionamentos, ao desempenho escolar e à segurança, dentre tantos outros.

A orientadora educacional do CEL, Iracy Rocha, destaca que juntamente com os pais, a instituição realiza uma verdadeira força-tarefa na prevenção às drogas. “Através do diálogo e atividades lúdicas, informamos e conscientizamos as crianças e adolescentes para ter senso crítico. Dessa forma, elas sentem-se seguras a tomar decisões saudáveis, em qualquer dimensão da vida”, disse a professora.

Frequentemente, os professores do CEL passam por capacitações para lidar com o problema. “É importante que professores e alunos enxerguem a escola como um ponto de apoio, um espaço onde eles se sintam à vontade para explicar o que é a droga e quais são seus efeitos, para ajudá-los a sair de uma situação de risco”, apontou Kátia Calderaro, diretora da Escola.