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Comissão de Ética questiona ministro da Justiça sobre dossiê com denúncias do metrô de SP

O PSDB acusa o ministro de ter agido politicamente ao encaminhar o dossiê com denúncias à Polícia Federal. O partido pediu que a Comissão de Ética da Presidência da República examinasse o ocorrido

eduardo cardozo

O ministro José Eduardo Cardozo terá dez dias para enviar os esclarecimentos à Comissão de Ética Pública da Presidência da República (Marcello Casal Jr./ABr)

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu nesta segunda-feira (9) pedir informações ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, sobre a atuação dele no caso do envio de um dossiê à Polícia Federal (PF) com denúncias de esquema de corrupção no metrô de São Paulo, que envolveria integrantes do PSDB.

A informação é do presidente da comissão, Américo Lacombe. O PSDB acusa o ministro de ter agido politicamente ao encaminhar o dossiê para a Polícia Federal e pediu à comissão que examinasse o ocorrido.

Após receber o pedido, o ministro Cardozo terá dez dias para enviar os esclarecimentos à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. A expectativa é que o caso seja discutido novamente pelo colegiado na próxima reunião, marcada para o dia 29 de janeiro de 2014. “Pedimos apenas informações e depois vamos ver o que vamos fazer”, disse Lacombe.

No final de novembro, a divulgação de um dossiê gerou polêmica por envolver nomes de políticos do PSDB em irregularidades nas licitações para obras do Metrô de São Paulo. O vazamento levou a troca de acusações entre tucanos e petistas.

O ministro Eduardo Cardozo informou ter recebido uma pasta de documentos no dia 11 ou 12 de maio deste ano, com indícios de irregularidades nas licitações. O material foi entregue por Simão Pedro, secretário de Serviços da Prefeitura de São Paulo, na residência do ministro.

A primeira informação da Polícia Federal era que o dossiê havia sido encaminhado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Depois, Cardozo disse que foi ele quem recebeu o material do deputado licenciado Simão Pedro (PT-SP) e o repassou à PF para verificar a "plausibilidade dos documentos".