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Consumidores de Manaus sentem os efeitos do aumento na gasolina

Sefaz projeta incremento de até R$ 10 milhões na arrecadação, em função do reajuste dos combustíveis; Petrobras sofreu a maior desvalorização desde 2008

Posto de Gasolina

Há postos com preço antigo ainda (Euzivaldo Queiroz)

Os efeitos do reajuste nos preços da gasolina e do diesel, anunciado na última sexta-feira (29) pela Petrobras, já estão sendo sentidos pelo consumidor em Manaus. Alguns postos da capital passaram a cobrar R$ 3.08 pelo litro da gasolina comum ontem, mas, ainda é possível encontrar estabelecimentos onde o reajuste ainda não chegou.

Nas palavras do presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Lubrificantes, Alcoois e Gás Natural do Estado do Amazonas (Sindcam), Luiz Felipe Moura Pinto, o fato de cada distribuidora ter uma política própria de mercado, fez com que algumas delas “segurassem” o aumento.

“Não dá para dizer quando o reajuste chegará em todas as bombas da cidade ou de quanto será este aumento. O mercado é livre e cada companhia tem sua política. Existe ainda outros fatores como a pauta do Governo, as bases de cálculo do ICMS. Nós, revendedores, somos apenas a ponta do processo. Não definimos nada”, declarou Luiz, isentando os postos.

A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), já fez um estudo para avaliar o impacto da subida nos preços do combustíveis na arrecadação estadual. Caso os postos pratiquem os mesmos reajustes anunciados pela Petrobras (4% para a gasolina e de 8% para o diesel), o Estado projeta arrecadar cerca de R$ 10 milhões a mais por mês, a partir de fevereiro de 2014.

Isto seria possível graças à uma nova base de cálculo do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF). A Fazenda Estadual faz pesquisa de preços quinzenais na capital e no interior para chegar ao PMPF.

Mercado financeiro

No mercado financeiro, a Petrobras sentiu os efeitos do reajuste. A estatal teve ontem, seu maior tombo diário na Bolsa desde a crise de 2008, diante da decepção do mercado com o reajuste e com a falta de detalhes sobre a nova política de preços.

Os papéis da companhia fecharam em queda de 9,21%, a R$ 17,36, enquanto os ordinários (menos negociados, com direito a voto) registraram desvalorização de 10,37%, a R$ 16,42. Foi a maior perda diária de ambos os papéis desde 12 de novembro de 2008.