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Copa do Mundo em Manaus: terá valido a pena? (Especial – Parte 1)

A 123 dias do Mundial, A CRÍTICA publica hoje o resultado de um debate sobre o que foi feito e as promessas que ficaram no caminho

Debate sobre legado da Copa faz parte de uma série de ações que a Rede Calderaro de Comunicação planejou para a cobertura do evento

Debate sobre legado da Copa faz parte de uma série de ações que a Rede Calderaro de Comunicação planejou para a cobertura do evento (Clóvis Miranda)

Manaus receberá daqui a 123 dias um dos jogos mais quentes da Copa de 2014 e quando a tetracampeã Itália e a campeã Inglaterra pisarem no gramado da Arena da Amazônia muita gente irá esquecer os sete anos de preparação que possibilitaram a capital amazonense receber o maior evento esportivo do mundo.

De olho no que foi prometido e no que efetivamente será entregue, A CRÍTICA promoveu, na última quinta-feira (6), um debate com as principais autoridades estaduais e municipais ligadas a essa preparação. Discutiu-se o que ainda dá para fazer, o que restará de legado no pós-Copa e ainda sobre as promessas feitas que se perderam pelo caminho de um Mundial que certamente ficará na mente de todo amazonense.

“O fórum faz parte de uma série de ações voltadas para a Copa que a Rede Calderaro de Comunicação planejou para 2014. Além da cobertura jornalística deste grande evento, que jornal, portal, rádio e TVs do grupo farão com equipe completa, a promoção de debates como este renova um compromisso antigo da RCC, que é o de promover discussões que apontem caminhos para a cidade”, afirmou a diretora de Redação do jornal A CRÍTICA, Aruana Brianezi.

Do debate, que foi reproduzido no caderno especial de Cidades deste domingo (9) e aqui no Portal, restou acordado que obras físicas serão poucas, a Arena, o novo aeroporto Eduardo Gomes e a requalificação de vias públicas, mas há um legado tão importante quanto e que não poderá ser medido imediatamente. São coisas como o aumento no número de pessoas bilíngues, crescimento na oferta hoteleira da cidade, melhoria de serviços e, principalmente, se tudo der certo, um belo fortalecimento da imagem de Manaus ao redor do Mundo. A Copa, neste sentido, ficou em consenso, funcionou como um “gatilho” para melhorias em diversas áreas da economia local.

Agora é esperar os capitães trocarem as bandeiras e o juiz sortear quem dá o primeiro chute na Brazuca.

Confira as outras partes do nosso especial:

O que ainda dá pra fazer? (Parte 2): http://acritica.uol.com.br/noticias/pra-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691838.html

Legado, qual legado ficará? (Parte 3): http://acritica.uol.com.br/noticias/Legado-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691839.html

As promessas esquecidas (Parte 4): http://acritica.uol.com.br/noticias/esquecidas-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691840.html

E a promessa de ter um time na Série A? (Parte 5): http://acritica.uol.com.br/noticias/Serie-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691841.html

E os debatedores que dele participaram:


Miguel Capobiango – Coordenador da UGP-Copa


Fabrício Lima – Secretário Municipal de Esportes


Rubem Lima – Superintendente Regional da Infraero em Manaus


Paulo Henrique Martins – Diretor-presidente do Manaustrans


Márcio Noronha – Secretário Municipal de Governo


Roberto Moita – Diretor-presidente do Implurb


Robério Braga – Secretário estadual de Cultura


Bernardo Monteiro de Paula – Diretor-presidente da Manauscult