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Desembargadora Graça Figueiredo assume o Tribunal de Justiça do Amazonas

A solenidade de posse aconteceu na manhã desta quinta-feira (3) e contou com a presença do governador do Estado José Melo entre outras autoridades. A nova presidente assume o lugar do desembargador Ari Moutinho

Graça Figueiredo toma posso como presidente do TJ-AM

Graça Figueiredo toma posso como presidente do TJ-AM (Luiz Vasconcelos)

O Teatro Amazonas, localizado no Centro de Manaus, foi o local da posse da nova presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), desembargadora Maria das Graças Pessoa Figueiredo, na manhã desta quinta-feira (3). Assumiram também o vice-presidente do órgão, o desembargadore Aristóteles Lima Thury, e o novo corregedor do tribunal, Flávio Humberto Pascarelli.

O ato contou com presenças ilustres, como a do governador José Melo, o senador Eduardo Braga, a deputada federal Rebecca Garcia e os deputados estaduais Josué Neto e Adjuto Afonso, entre outros.

Há dez anos no cargo de desembargadora, Graça Figueiredo foi eleita em abril deste ano após votação da corte. Na disputa pela presidência do Tribunal, a magistrada venceu, em dura eleição, o desembargador Yêdo Simões. A nova presidente ficará à frente da instituição no biênio 2014/2016.

Formada da Faculdade de Direito Universidade Federal do Amazonas (Ufam), é a segunda mulher a presidir o tribunal. A primeira foi a desembargadora Marinildes Mendonça Lima. A nova presidente exerceu o cargo de juíza em várias comarcas no interior do Amazonas, antes de voltar a Manaus em 1982. Graça Figueiredo foi a primeira mulher a atuar no Tribunal do Júri na comarca de Manaus.

O desembargador Ari Moutinho, que ficou a frente do órgão no biênio 2012/2014 foi quem passou o cargo a nova presidente do Tribunal de Justiça. Durante sua gestão, o desembargador implantou o Portal da Transparência no TJAM, obedecendo a Lei da Transparência, e realizou concurso público. 

O ex-presidente da entidade também citou o fato de o tribunal ter sido alvo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), mas que todas as representações foram arquivadas por não haver irregularidades. "Combati um bom combate, terminei a carreira e guardei a fé. Deixo a presidência, cumprindo a missão. Foram muitas as dificuldades, mas vencemos", despediu-se o magistrado.

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