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Detento é decapitado e cabeça é jogada para fora de presídio durante rebelião em Parintins

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça, duas pessoas já foram mortas. Cabeça decapitada de uma delas foi atirada para fora do presídio. Segundo PM, não há registro de fugas ou reféns

Foto aérea do município de Parintins, segunda cidade mais populosa do Amazonas

Foto aérea do município de Parintins, o segundo maior município do Amazonas (Evandro Seixas)

Duas pessoas foram mortas e colchões foram incendiados durante uma rebelião promovida por aproximadamente 130 detentos na unidade prisional de Parintins, município a 369 quilômetros de Manaus, durante a tarde desta segunda-feira (1º). Um dos mortos durante o motim teve a cabeça decapitada e atirada para fora do presídio. Não há agentes penitenciários como reféns e também não há registro de fugas.

Conforme o tenente coronel Valadares, do 11º Batalhão da Polícia Militar de Parintins, envio de reforço policial de Manaus já foi autorizado pelo Comando da PM. Segundo ele, os presos saíram das celas, incendiaram colchões, depredaram cadeados e atiraram pedras para o lado de fora. Ainda não há confirmação, porém outros pedaços do corpo das vítimas teriam sido atirados para o lado de fora do presídio, como uma mão.

A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejus) confirmou a morte de dois detentos da unidade prisional de Parintins. Um princípio de rebelião teria ocorrido no local pela manhã desta segunda-feira (1º), durante o banho de sol, mas apenas à tarde, por volta das 14h, que presos conseguiram quebrar cadeados, sair das celas e tomar conta do presídio.

“Estamos num momento agudo. Tem um prédio atrás onde têm policiais observando a área externa. Está tudo cercado”, disse o tenente coronel Valadares. Cerca de 40 PMs já estaria em volta no local, mas até o momento nenhum líder dos detentos manteve contato com a PM para negociar ou fazer exigências. Conforme Valadares, 15 detentos que não quiseram participar da rebelião foram retirados do presídio.