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Emprego: oferta de vagas cresce 4,5% no AM, segundo o Ministério do Trabalho

Dados divulgados pelo órgão nesta segunda (18) revelam avanço na geração de empregos em 2013 no Amazonas, com uma diferença de 28 mil novos postos na comparação com o ano anterior

O mercado de trabalho será preenchido com novas oportunidades

Um dos setores que registrou maior crescimento nas vagas foi o da administração pública, enriquecido pela realização de concursos (Divulgação)

O Amazonas encerrou 2013 com 644,4 mil empregos formais. O resultado representou um crescimento de 4,55% em relação ao estoque de empregos com carteira assinada registrados em 2012, uma diferença de 28 mil postos de trabalho. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e emprego (MTE) na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O avanço foi atribuído, segundo os números do Ministério, a uma maior demanda dos setores de administração pública, que foi responsável pelo aumento de 9.620 postos (5,3%) e da indústria da transformação, que respondeu por 9.601 postos ( 7,33%).

Em sentido inverso, os setores que verificaram desempenho negativo foram os de prestação de serviços (com 1,6 mil postos de trabalho a menos e queda de 0,90% e o segmento extrativo mineral com eliminação de 128 postos (-6,02%).

Salários

A média salarial do trabalhador amazonense também aumentou no ano passado. Conforme a Rais, o valor médio foi de R$ 2.174,00, número 1,98% superior se comparado com o ano de 2012, que registrou vencimentos aproximados em R$ 2.133,68. Os trabalhadores com ensino superior completo tiveram salário estimado em R$ 4.510,32, número 164% maior do que aqueles com apenas o ensino regular, estes receberam vencimentos médios no valor de R$ 1.706,88.

Os setores que melhor remuneraram seus trabalhadores foram os de extrativismo mineral e serviços industriais de utilidade pública. As áreas que pagaram os menores salários foram a indústria têxtil e o comércio varejista.

Remuneração desigual

A Rais também mostrou que as mulheres com ensino superior possuem 36% mais vagas de empregos que os homens. Em 2013, foram 68.552 postos para elas, contra 50.078 para eles. entretanto, a remuneração dos homens com ensino superior ainda é 52% maior. O número de vagas para homens e mulheres com ensino superior completo aumentou proporcionalmente.

Empregos avançam 3,14% no país

O Brasil foi responsável pela criação de 1,49 milhão de empregos formais no ano passado. Os dados da Rais relativos a 2013 revelaram um crescimento de 3,14% no estoque de trabalhadores formais com relação a 2012, quando foram gerados 1,148 milhão de postos de trabalho com carteira assinada no País.

O montante de vínculos empregatícios no Brasil atingiu 48,94 milhões, ante 47,45 milhões do ano anterior. A Rais revelou ainda um aumento nos rendimentos médios dos trabalhadores formais de 3,18%, passando para R$ 2.265,71, em dezembro de 2013.