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Famílias de desaparecidos na BR-230 interditam acesso à orla do Rio Madeira, em Humaitá (AM)

Eles reivindicam por informações da Polícia Federal de Rondônia sobre o paradeiro de três homens que foram vistos pela última vez há uma semana Km 85 da BR-230 (Transamazônica), na área da reserva indígena Tenharim

Os familiares empunhavam cartazes e exigiam resposta do poder público

Os familiares empunhavam cartazes e exigiam resposta do poder público (Raolin Magalhães)

Cerca de 30 pessoas interditaram na tarde desta terça-feira (24) o acesso de carros e pessoas à balsa que faz a travessia pelo Rio Madeira, no município de Humaitá (a 675 quilômetros de Manaus) como forma de protesto. Eles reivindicam respostas da polícia sobre o paradeiro de três homens, familiares deles, que desapareceram há cerca de uma semana.


“A ação é uma tentativa desesperada dos familiares, que não sabem mais o que fazer”, declarou um dos manifestantes. Empunhando cartazes nas mãos, eles reclamavam da falta de informações do poder público sobre o caso. Ao lado do grupo, dezenas de carros ficaram enfileirados esperando o acesso à balsa ser liberada.


Desaparecidos

Os três homens foram vistos pela última vez no dia 16 de dezembro em um carro preto no Km 85 da rodovia BR-230 (Transamazônica), dentro da reserva indígena Tenharim. Eles seguiam viagem de Humaitá para a comunidade Santo Antônio do Matupi, também conhecido como “Km 180”, dentro do município de Manicoré (a 390 quilômetros de Manaus).

Aldeney Ribeiro Salvador, 40, funcionário da Eletrobrás Amazonas Energia; Luciano da Conceição Ferreira Freire, 29, representante comercial; e Stef Pinheiro, professor, estavam no carro na companhia de mais outros dois homens não identificados, segundo informações.

A Polícia Federal de Rondônia está responsável pelo caso devido a proximidade do local com o estado vizinho. Como há suspeitas de que o grupo tenha sumido dentro da reserva indígena Tenharim, a Fundação Nacional do Índio (Funai) também participa das investigações.

A reportagem ligou para a PF-RO para saber como estão sendo conduzidas as investigações e se já existe algum dado novo sobre o caso, mas, devido a falta de expediente durante a véspera de Natal, não obteve contato.