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Greve da PM no Amazonas é descartada por subcomandante

Apesar de grupos na internet divulgarem a mobilização, o coronel Eliézio Almeida nega a possibilidade de greve no Estado, devido ao bom relacionamento da corporação com o Governo

Segundo o cel. Eliézio, a PM do Amazonas possui bom relacionamento com o Governo do Estado, o que torna desnessária a realização da greve

Segundo o cel. Eliézio, a PM do Amazonas possui bom relacionamento com o Governo do Estado, o que torna desnessária a realização da greve (Winnetou Almeida/Arquivo AC)

A ideia de uma possível paralisação da Polícia Militar do Amazonas, a exemplo da que ocorreu na Bahia há uma semana, não passa de especulação, garante o subcomandante da corporação no Estado, coronel Eliézio Almeida.

A declaração foi dada ao Portal A CRÍTICA após rumores de greve ganharem as redes sociais nos últimos dias, principalmente em grupos ligados à segurança pública do Estado. Segundo imagens postadas nestas páginas, as forças das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de Futebol estariam preparando uma mobilização nacional para o dia 1º de maio, hipótese que foi descartada pelo oficial.

“A princípio, isso é mera especulação. Esse movimento nacional, que apareceu primeiro na greve de Salvador, agora está tentando chegar às demais capitais do País, mas, devido ao bom relacionamento da PM do Amazonas com o Estado, com o Governo, eu não acredito que isso vá acontecer”, afirma o coronel.

Ele cita a tratativa em curso com o Estado para determinar a nova remuneração dos policiais, prevista para ser negociada até 2016, como exemplo de que o Governo tem sido atento aos direitos e reivindicações dos PMs, tornando desnecessária, portanto, a realização da greve. “Só neste ano, nós estamos tendo um investimento de 1,3 bilhão de reais para melhorar o trabalho dos policiais durante e após a Copa. Claro que há um ou outro membro descontente na corporação, mas a Polícia, como um todo, está satisfeita com as condições de trabalho”, garante Eliézio.

Assunto é discutido pela PM

Diferente do que afirma o coronel, porém, a ideia não é completamente infundada. Grupos no WhatsApp divulgam a pauta da greve, que incluiria anistia aos grevistas, regulamentação do 14º e 15º salários, pagamento de auxílio-alimentação e plano de saúde, bonificação de acordo com a especialidade, criação de concurso interno anual para oficiais e implementação da Lei de Carreira por Tempo de Serviço.

O perfil da Associação de Subtenentes e Sargentos do Amazonas no Facebook divulgou, nesta terça (22), uma reunião entre entidades de classe da PM com o comandante-geral da força, cel. Almir David, para “tratar de assustos de interesse para a classe”, além de informar que o reajuste salarial da data-base dos policiais será de 6,15% a partir de maio deste ano.

O sargento Amaro Pimentel, vice-presidente da Associação dos Cabos e Soldados do Amazonas (ACSPMAM), embora tenha se negado a falar sobre a greve, informou que o assunto é, sim, discutido com o Comando Geral e com o Governo do Estado.