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  • Indústria da construção civil cresceu 10,2% de 2011 para 2012

    Em números absolutos divulgados pelo IBGE, o valor subiu de R$ 289,6 bilhões para R$ 336,6 bilhões

    foto legenda

    Números foram divulgados pelo IBGE (Antônio Cruz/Agência Brasil)

    O valor das incorporações, obras e serviços realizados pela indústria da construção civil em 2012 teve aumento de 10,2% em relação a 2011. Os dados são da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) e foram divulgados nesta quinta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em números absolutos, o valor subiu de R$ 289,6 bilhões para R$ 336,6 bilhões.

    O ano de 2012 cresceu na comparação com 2011 nos principais números da pesquisa, que também constatou avanço da receita líquida operacional de R$ 271,3 bilhões para R$ 312,9 bilhões. O IBGE aponta a contribuição de programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Programa de Aceleração do Crescimento e fatores como a maior oferta de crédito imobiliário, o crescimento do emprego e da renda e a desoneração do Imposto sobre Produtos para o resultado.

    Em 2012, segundo a pesquisa, aumentou o número de pessoas contratadas pela indústria da construção de 2,6 milhões para 2,8 milhões. O gasto com pessoal também cresceu e passou a representar 32,5% do total de custos dessas empresas. Houve avanço de 7,9% do salário médio mensal (de R$ 1.439 para R$ 1.648) o que corresponde a alta de 2,6 para 2,7 salários mínimos da época.

    O número de empresas ativas na indústria de construção passou de 92,7 mil para 104,3 mil no período, ficando perto do dobro do número registrado em 2007 (52,9 mil), quando a pesquisa começou a ser realizada.

    Em 2012, a principal atividade dessas empresas passou a ser a construção de edifícios, superando as obras de infraestrutura com uma proporção de 41,9% contra 40,9% do total da receita bruta de vendas. O setor de serviços especializados perdeu espaço, caindo de 18,7% para 17,2%.

    No ano estudado pela pesquisa, foi reduzido o percentual do valor das obras contratadas por entidades públicas, de 38,4% para 35%. Em números absolutos, no entanto, houve alta de R$ 105 bilhões para R$ 114 bilhões.