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Artistas de tribos e tuxauas reconhecem compromisso da diretoria com o trabalhador

Rossy Amoedo explicou como condição contratual, a necessidade dos trabalhadores, com contrato acima de R$ 5 mil, possuírem o CNPJ

Outro ponto esclarecido foi o salário livre de cada artista, de acordo com a carga horária, devido ao Caprichoso assumir as despesas individuais dos ajudantes

Outro ponto esclarecido foi o salário livre de cada artista, de acordo com a carga horária, devido ao Caprichoso assumir as despesas individuais dos ajudantes (Divulgação )

Artistas de tribos e tuxauas do Boi Caprichoso, em reunião na tarde de desta segunda-feira, 14, conheceram a nova fórmula de contrato, receberam informações referentes às palestras de integração de segurança no trabalho e exames médicos antes do início das atividades em galpão. Durante a reunião, o presidente do Conselho de Artes, Rossy Amoedo, explicou como condição contratual, a necessidade de os trabalhadores, com contrato acima de R$ 5 mil, se tornarem Micro Empreendedor Individual (MEI) e possuírem Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Para ter CNPJ, Rossy Amoedo destacou que os artistas podem se inscrever gratuitamente no Serviço Brasileiro de Apoio as Empresas (Sebrae) em Parintins, sem burocracia, para recebimento do pagamento mensal do contrato firmado com o Boi Caprichoso da temporada, mediante apresentação Nota Fiscal de Serviço (NFS) emitida, no valor de R$ 14,50, na Coordenadoria Municipal de Terras, Cadastro e Arrecadação. Os trabalhadores aplaudiram o novo método administrativo adotado pela diretoria de Joilto Azedo.

Outro ponto esclarecido pelo presidente do Conselho de Artes foi o salário livre de cada artista, de acordo com a carga horária, devido ao Caprichoso assumir as despesas individuais dos ajudantes. No encontro, o artista Deco Cruz, com quase 30 anos no Caprichoso, colocou como entrave a defasagem do preço dos tuxauas e tribos.

“O boi cresceu e nós acompanhamos esse processo. Nesses últimos 8 anos, nossa carga de trabalho aumentou e nosso contrato estabilizou. Por isso eu fiz a pergunta ao presidente Rossy Amoedo de como olham para nós”, enfatizou.

Deco Cruz ficou satisfeito com o método administrativo apresentado pelo presidente do Conselho de Artes, Rossy Amoedo. “Graças a Deus tivemos uma boa resposta. Cada um será chamado individualmente para ser contratado. O boi mudou de uma maneira muito positiva porque, em anos anteriores, a gente pagava nossos ajudantes. Se eu recebesse x de contrato, a metade eu repassava aos ajudantes. Agora, o Caprichoso se compromete em pagar nossos braços direitos com carteira assinada. É profissionalismo em primeiro lugar aqui no nosso boi”, frisou.

Ary Carlos da Silva, com 14 anos de experiência no Boi Caprichoso, além de trabalhos pelo Brasil, reforçou que a classe se fortalece ao se adequar ao sistema de empresa. “Hoje, o sistema pede organização para fazermos um trabalho digno futuramente. Só tem a beneficiar o boi e nós. O Rossy Amoedo, junto com o Joilto Azedo, deu uma tacada e conhece nossa realidade. Há alguns éramos esquecidos. Empresa é a melhor coisa para os artistas porque vamos precisar não só para o boi, mas para o carnaval, governo do Estado e prefeituras. É melhor forma de crescermos”, reforçou.