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Capital humano: valorização de talentos para melhorar gestão

Investimento em capital humano está se tornando alvo primordial para empresas maximizarem a lucratividade e inovação nos negócios 


Uma das alternativas, a Gestão de Singularidade ajuda na deficiências dos colaboradores

Uma das alternativas, a Gestão de Singularidade ajuda na deficiências dos colaboradores (Evandro Seixas)

No mundo de tecnologia e velocidade de informação, o investimento em capital humano é fundamental para a sustentação dos negócios. Por isso o setor de Recursos Humanos vem buscando ferramentas inovadoras de gestão, principalmente na atração, seleção e retenção de talentos dentro das organizações.

Uma delas é a “Gestão da Singularidade”, que consiste em lidar com as particularidades, deficiências e treinamento específico para cada um dos colaboradores. O método já é adotado por grandes organizações que lidam com a alta competitividade, na intenção de fixar os talentos profissionais. O tema foi assunto da palestra do consultor Eduardo Carmello, no 6º Fórum de Líderes do Amazonas, promovido pela ABRH-AM, na semana passada.

“Verificamos que alto potencial está evadindo da empresa, porque a pessoa sente que não cresce, que muitas vezes a deficiência que a empresa cobra não é pra ele, o gestor está tratando ele como massa. Se eu trato todo mundo igual, eu minimizo por baixo a competência de todos. O gestor diferenciado é o gestor da singularidade”, explicou Carmelo que é diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos e especialista em Gestão Estratégica de Pessoas.

Outras mudanças têm a ver com dinamizar a forma de seleção de pessoal, longe dos tradicionais encontros, entrevistas e dinâmicas de grupo. Carmelo avalia que a seleção tradicional está esgotada. “Ainda cometemos equívocos na seleção, fazemos dinâmicas, 15 encontros para encontrar a pessoa, depois descobre que aquele pretendido não está preparado”.

O desafio da área é melhorar o clima organizacional das empresas, com estratégias que visem a valorização do funcionário pela produtividade, investimento em capacitação e treinamento. “Principalmente o RH precisa construir o que a gente chama de clima organizacional e modelos diferenciados de capacitação, porque ninguém consegue mais ficar 8h em um modelo que você sabe mais que o próprio instrutor”, ressalta o especialista.

A presidente da ABRH-AM, Ozeneide Casanova Nogueira, diz que setor de RH está em busca de renovação de seus modelos tradicionais para alinhar as pretensões das pessoas e das organizações.