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Com fim da Copa, demanda das empresas por crédito cresce 15%

Na comparação por portes das empresas, o crescimento foi maior para as micro e pequenas, que avançaram 16% em julho. Nas de médio porte a alta foi 2,2% e nas de grande, o avanço foi 1,3%

No acumulado de janeiro a julho, a procura das empresas por crédito cresceu 2% frente o mesmo período do ano passado

No acumulado de janeiro a julho, a procura das empresas por crédito cresceu 2% frente o mesmo período do ano passado (Reprodução/Internet)

A demanda das empresas por crédito subiu 15% em julho, em relação a junho, de acordo com a empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com julho do ano passado, houve alta de 1%. No acumulado de janeiro a julho, a procura das empresas por crédito cresceu 2% frente o mesmo período do ano passado.

Na comparação por portes das empresas, o crescimento foi maior para as micro e pequenas, que avançaram 16% em julho. Nas de médio porte a alta foi 2,2% e nas de grande, o avanço foi 1,3%.

No acumulado dos primeiros sete meses deste ano, as grandes empresas lideraram a alta da demanda empresarial por crédito com crescimento de 9%, ante o mesmo período do ano passado. Nas micro e pequenas a alta foi 2,2% e as médias recuaram 2,5%.

As empresas de serviços apresentaram o maior crescimento na demanda por crédito, com alta de 19,4% frente a junho. No comércio a alta também foi expressiva - de 14,2% perante junho. Já na indústria o crescimento em julho foi mais moderado (3,7%).

No acumulado de janeiro a julho, a indústria liderou, com alta de 5,6%. O setor de serviços também teve crescimento, de 4,3%. Apenas o setor comercial recuou 1%.

Os economistas da Serasa Experian avaliam que a Copa do Mundo, os feriados e paralisações, que prejudicaram o resultado da busca por crédito em junho, provocaram a alta de 15% no mês seguinte. “Foi um movimento natural e esperado dada a menor quantidade de feriados e paralisações. Mesmo assim, o avanço da demanda empresarial por crédito continua bastante moderado, quando se compara com os mesmos meses do ano passado”, diz a divulgação da Serasa.