Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Demanda por voos domésticos cresce 11,2 % em fevereiro

Resultado tem a ver com o período de férias de janeiro e, consequentemente, com o dinamismo no setor, que reflete do desempenho econômico do país

Em janeiro, foi registrado recorde de passageiros em voos domésticos: 7,053 milhões

Em janeiro, foi registrado recorde de passageiros em voos domésticos: 7,053 milhões (Ney Mendes/Arquivo AC)

A demanda por voos domésticos cresceu 11,2% em fevereiro em comparação a igual mês do ano passado, somando 6,040 milhões de passageiros, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (20) pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), com base nos dados das quatro maiores empresas brasileiras do setor: TAM, Gol, Azul e Avianca.

Em janeiro, foi registrado recorde de passageiros em voos domésticos: 7,053 milhões. A oferta de lugares registrou queda de 0,5% e a taxa de ocupação subiu 8,5 pontos percentuais, chegando a 80,6%.

O presidente da Abear, Eduardo Sanovicz, observou que o dinamismo no setor é reflexo do desempenho econômico. “Cresce sempre duas vezes mais do que o PIB [Produto Interno Bruto]”, apontou.

Na avaliação de Sanovicz, o resultado de fevereiro – mês, tradicionalmente, mais fraco por ter menos dias úteis – pode estar associado aos eventos corporativos que vem sendo antecipados por causa dos jogos da Copa do Mundo, em junho e julho, e das eleições, em outubro. Um levantamento mais preciso, no entanto, só deve ser divulgado em três meses ou no início do próximo semestre.

Em relação à participação de mercado no mês analisado, a TAM teve a maior parcela (37,86%), seguida pela Gol (36,83%), Azul (16,91%) e Avianca (8,39%).

Quanto aos voos internacionais, houve recuo de 6,2% na quantidade de passageiros transportados, totalizando 5,4 milhões de pessoas. Para Eduardo Sanovicz, os dados sinalizam que os consumidores estão optando por rotas mais curtas e econômicas por causa do câmbio. Em vez de viajar, por exemplo, para os Estados Unidos, os turistas estão preferindo viagens dentro do próprio continente.