Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Ipaam envia técnico para avaliar lixão peruano que ameaça Benjamin

Francielio foi avaliar a extensão do desastre ambiental e impactos que o lixão localizado a poucos metros da fronteira com o Brasil na cidade de Benjamin Constant pode causar ao meio ambiente

Francielio ficou surpreso ao se deparar com o lixão que ocupa mais de dois mil metros quadrados do igapó onde o lixo é jogado

O comerciante e vereador Ares Cabral ficou surpreso ao se deparar com o lixão que ocupa mais de dois mil metros quadrados do igapó (Divulgação )

O fiscal do Instituto de Proteção Ambiental do Estado do Amazonas (Ipaam) Francielio Araújo Oliveira inspecionou no sábado (8) o lixão da cidade peruana de Islândia, cuja toneladas de lixo doméstico e hospitalar está depositado no Igapó e pode se transformar no maior desastre ambiental do Alto Solimões.

Ele foi designado pelo presidente do órgão Antônio Stroski após entrar em contato com a prefeita de Benjamin Constant (a 1.116 quilômetros de Manaus, região do Alto Solimões), Iracema Maia. Francielio foi avaliar a extensão do desastre ambiental e impactos que o lixão localizado a poucos metros da fronteira com o Brasil na cidade de Benjamin Constant pode causar ao meio ambiente.

O fiscal esteve em companhia do subsecretário municipal do Meio Ambiente em Tabatinga e do vereador da Câmara Municipal de Benjamin Constant, Ares Cabral (PMDB). O vereador denunciou em rede social o descaso no descarte do lixo produzido pelos moradores de Islândia, pequena cidade localizada na ilha homônima.

Francielio ficou surpreso ao se deparar com o lixão que ocupa mais de dois mil metros quadrados do igapó onde o lixo é jogado. Além do lixo produzido pelos moradores, o fiscal que é químico, constatou o destarte de lixo hospitalar como bolsa de sangue, soros, medicamentos e outros materiais médico hospitalar.

Ele reconheceu a gravidade do problema e a complexidade, uma vez que o assunto é de responsabilidade das autoridades de órgãos federais, por se tratar de um lixão em outro país.

“Benjamin Constant pode sofrer consequências de poluição hídrica e de patologias como hepatite, cólera e outras mais. Por tratar-se de área de fronteira vamos levar ao conhecimento do presidente para que ele possa entrar em contato com as autoridades do Brasil e do Peru para que tomem uma decisão para evitar esse descarte de resíduo sólido”, afirmou o fiscal.

Na sexta-feira (7), o secretário municipal de Saúde de Benjamin Constant, Braz Santos e o vereador Ares Cabral estiveram reunidos com representantes da Prefeitura de Islândia, para iniciar conversações para a busca de uma solução. O prefeito de Islândia Fernando Villafani estava ausente do município, com quem o vereador e Secretário querem agendar uma reunião para debater o problema.