Log in

Bem-vindo Log out Alterar dados pessoais

Esqueceu a senha?

X

Qualquer dúvida click no link ao lado para contato com a Central de Atendimento ao Assinante

Esqueceu a senha?

X

Sua senha foi enviadad para o e-mail:

Restrição do tráfego aéreo impacta 1% dos voos realizados nas cidades-sede na Copa

Os passageiros com bilhete já adquirido para os voos afetados têm seus direitos garantidos e estão sendo contatados pelas empresas aérea

A reacomodação dos passageiros e a restrição dos voos estavam em pauta junto ao desenho da malha aérea desde o início do ano

A reacomodação dos passageiros e a restrição dos voos estavam em pauta junto ao desenho da malha aérea desde o início do ano (Odair Leal/Arquivo AC)

A recém anunciada definição de zonas de restrição ao tráfego aéreo durante o horário de jogos da Copa afeta cerca de 800 voos que seriam realizados nas cidades-sede, apenas 1,2% do total estimado de de 67.779 voos no período entre a partida inaugural em São Paulo e a final no Rio de Janeiro.

Os passageiros com bilhete já adquirido para os voos afetados têm seus direitos garantidos e estão sendo contatados pelas empresas aéreas para serem informados sobre a alteração de horário, reacomodação, que acontecerá sem custos adicionais, ou para o ressarcimento integral dos valores pagos, em caso de desistência da viagem.

A reacomodação dos passageiros e a restrição dos voos estavam em pauta junto ao desenho da malha aérea desde o início do ano. Esses temas vêm sendo debatidos entre a ABEAR, as companhias aéreas, as autoridades de defesa e controle do espaço aéreo, a Secretaria de Aviação Civil e a ANAC. Dentro dessas negociações, a definição de restrição foi encerrada na semana passada, quando o setor teve informação exata da extensão dos impactos das restrições às operações. “Os bilhetes estavam disponíveis no sistema porque são referentes à malha aérea original, já que as vendas de passagens acontecem a partir de 12 meses de antecedência da data do voo. A restrição está sendo publicada com aproximadamente 90 dias de antecedência em relação aos embarques, tempo suficiente para a reprogramação de voos e reacomodação de passageiros”, afirma Ronaldo Jenkins, diretor de operações e segurança de voo da ABEAR.

A informação de que alterações dos voos durante a Copa poderiam ocorrer estão sendo divulgadas pelas empresas aéreas desde o final de 2013. “O impacto na malha aérea desenhada especificamente para ampliar a ligação entre as cidades-sede da Copa é mínimo. Os passageiros que adquiriram passagens de voos que serão remanejados serão informados, conforme acordado com os órgãos do setor”, explica Jenkins.

A ABEAR lembra também que os impactos decorrentes da instalação das zonas de restrição aérea não atingem diretamente os principais aeroportos para a distribuição de voos nacionais, tais como Congonhas (SP), Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Juscelino Kubitschek (DF), o que foi pensado para que o impacto fosse o menor possível na malha aérea nacional como um todo. Mesmo nos aeroportos mais diretamente afetados, as negociações do setor garantiram a manutenção de algumas operações programadas, principalmente pousos, minimizando assim os transtornos aos consumidores.