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Aeroporto tem obras interditadas pela Justiça do Trabalho

O MPT constatou diversas irregularidades no canteiro de obras do aeroporto, como a falta de equipamentos de proteção individual. Infraero afirma que 25% do trabalho total está suspenso, apenas o que se refere a trabalho em altura

A decisão foi concedida pela Justiça do Trabalho no sábado (18) e deve durar até que o consórcio grupo Encalso, Engevix e Kallas, responsável pela obra

A decisão foi concedida pela Justiça do Trabalho no sábado (18) e deve durar até que o consórcio grupo Encalso, Engevix e Kallas, responsável pela obra (Divulgação/ Assessoria)

O Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT 11.ª Região) conseguiu liminar que interdita todo o trabalho realizado em altura (risco de queda) nas obras de ampliação e reforma do aeroporto internacional Eduardo Gomes, em Manaus. A decisão foi concedida pela Justiça do Trabalho no sábado (18) e deve durar até que o consórcio grupo Encalso, Engevix e Kallas, responsável pela obra, comprove a adoção das medidas de segurança relacionadas a queda de alturas e medidas de proteção em andaimes e plataformas de trabalho.

Caso o consórcio descumpra a medida judicial, será cobrada multa diária no valor de R$ 50 mil para cada inspeção que flagre o descumprimento da medida deferida, no todo ou em parte.

Durante fiscalização promovida por meio de Força-Tarefa do Projeto “Construir com Dignidade” da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente do Ministério Público do Trabalho, realizada na quarta-feira passada, 15, foram constatadas diversas irregularidades no canteiro de obras do aeroporto internacional como a falta de fornecimento de equipamentos de proteção individual, problemas com fiações elétricas, isolamento inadequado de materiais, fiação submersa, máquinas de serra em exposição.

Corrigindo os vícios
De acordo com informações repassadas pelo assessor de comunicação do consórcio, José Carlos, a notificação judicial recebida nesta segunda-feira (20), está sendo posta em prática e os vícios apontados pelo MPT 11.ª Região, corrigidos. “Inclusive estamos reavaliando outras situações levantadas pelo Ministério, nosso interesse é que as questões sejam ajustadas o mais rápido possível”, destacou em conversa com a reportagem do ACRITICA.COM.

A assessoria de comunicação da Infraero informou que ainda não há como avaliar o quanto a suspensão pode afetar a conclusão da reforma, já que a decisão do MPT refere-se somente a serviços em altura, o que corresponde a 25% do trabalho total. Todos os demais setores da reforma seguem normalmente. A previsão original de entrega do novo aeroporto é para abril deste ano.

*Com informações da assessoria de imprensa do Ministério