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Franquias apostam no mercado de açaí

Donos da marca Waku Sese, que atua na produção e comercialização do açaí frozen, resolveram ousar e projetam a expansão do negócio para outras regiões do País

Entre os diferenciais do Waku Sese para “bombar” está o fato de  ser o responsável pela produção da polpa de açaí, que é trazida para Manaus de  vários municípios do interior. Entre eles estão: Anori, Anamã, Nova Olinda, Itacoatiara e Manacapuru

Entre os diferenciais do Waku Sese para “bombar” está o fato de ser o responsável pela produção da polpa de açaí, que é trazida para Manaus de vários municípios do interior. Entre eles estão: Anori, Anamã, Nova Olinda, Itacoatiara e Manacapuru (Lucas Silva)

Apostando numa tendência de mercado, onde estudos encomendados apontam que a procura por produtos que tem o açaí como base  estão em alta no Brasil, os proprietários da marca Waku Sese resolveram investir em outros Estados. A princípio, farão isso nas cidades deCampinhas e Santo André, em São Paulo, abrindo quiosques destinados à venda do açaí frozen – mistura que tem uma consistência próxima ao sorvete e leva  acompanhamentos como leite condensado, tapioca e outros.

“A procura por franquias de açaí é muito grande. Percebemos isso e procuramos a Bitencourt, empresa de São Paulo que também faz estudos para o Picanha Mania e o Boticário, para fazer um projeto que está sendo formatado há um ano. Mas, por enquanto, ainda não abrimos franquia para ninguém”, explicou o proprietário da marca em Manaus, Francisco Daou.

Outras unidades

Apesar de não ter aberto para franqueadores, Daou adiantou que duas  unidades próprias (quiosques) serão abertos, um em Campinas e outro em Santo André, além de uma central em Taboão da  Serra para fazer a distribuição da polpa  e dos insumos. Até maio as duas unidades devem ser abertas.

Análise de mercado

Comedido e pensando primeiro em fazer uma análise de como o mercado se comportará em relação às duas unidades, o empresário esclarece que o plano de fazer franquias será deixado para segundo plano. Segundo ele, primeiro serão abertas duas unidades próprias e depois de seis meses será feito um diagnóstico do mercado.

“No final do ano devemos decidir se vamos abrir a franquia, se vamos continuar com nossas unidades  ou se faremos sociedade com algum grupo que já tenha um trabalho nessa área”,  esclareceu, completando que para ter certa rentabilidade, um empresário deve ter pelo menos  três  quiosques.

O retorno dos investimentos, que ficam em torno de R$ 400 mil (com os dois quiosques e a central), somente deverá acontecer  em no mínimo seis meses e deve ser de 30%. 

Pontos

A expectativa é de que até o final do ano sejam abertos até  seis pontos. O próximo será no Rio de Janeiro e o seguinte em Brasília, por ser um ponto estratégico de passagem e com renda per capita alta.

Entretanto, a abertura de mais unidades depende de como será o comportamento das duas unidades de São Paulo.

Marca conta com doze pontos na capital

O Waku Sese começou em 2002 produzindo açaí frozen, em parceria com o antigo restaurante Turiá. Após rompimento da parceria, abriu em 2006 o quiosque “Açai Frozen Express”, no Amazonas Shopping. Passado um ano, foi encerrada essa parceria.

Então, no final de 2007 o restaurante Turiá foi comprado e mudou de nome para Waku Sese. No ano seguinte surgiu o primeiro quiosque da marca, que chegou a possuir 14 espaços, todavia quase  a metade era parceria e não franquia.

Projeto

 Com novo projeto para 2014, os empresários desfizeram a maioria de suas parcerias. Atualmente restam as sociedades nos quiosques do DB da Ponta Negra, Studio 5 e UAI Shopping, que devem ser finalizadas até março. Um espaço próprio, no aeroporto internacional Eduardo Gomes está sendo lançado nos próximos dias. No total, existem atualmente doze quiosques Waku Sese em Manaus, além do restaurante homônimo.

Produção da polpa

Entre os diferenciais do Waku Sese para “bombar” está o fato de  ser o responsável pela produção da polpa de açaí, que é trazida para Manaus de  vários municípios do interior. Entre eles estão: Anori, Anamã, Nova Olinda, Itacoatiara e Manacapuru.

 “Não somos apenas o revendedor, nós produzimos a polpa e também somos os pioneiros na venda em quiosques”, enfatizou Francisco Daou, antecipando que  a central em São Paulo receberá o produto do Amazonas e do Pará, assim como os insumos,  porque não tem como mandar os produtos diretamente  aos quiosques. 

*Especial para o Jornal A Crítica