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Juiz determina que prefeito de Lábrea permaneça no cargo

O prefeito Evaldo e Gelciomar Cruz tiveram os diplomas cassados, no dia 1º de abril, pelo juiz  Mateus Guedes Rios por compra de votos nas eleições do ano passado

Como Evaldo foi eleito com menos de 50% dos votos válidos, a legislação eleitoral estabelece que o segundo colocado deve assumir o carg

Como Evaldo foi eleito com menos de 50% dos votos válidos, a legislação eleitoral estabelece que o segundo colocado deve assumir o cargo (Reprodução Internet)

O prefeito de Lábrea (a 703 quilômetros de Manaus) Evaldo de Souza Gomes (PMDB) conseguiu uma decisão liminar (decisão rápida e provisória), emitida pelo juiz Vitor Liuzzi, para permanecer no cargo até que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AM) julgue o recurso apresentado por ele. O juiz eleitoral de Lábrea, Mateus Guedes Rios, já havia determinado que o prefeito entregasse o posto na segunda-feira para o presidente da Câmara, Adalfrank da Silva (PMDB).

A liminar foi emitida por Liuzzi na tarde de ontem. O magistrado fundamentou sua decisão com o argumento de que ela evita sucessivas alternâncias no comando do Poder Executivo.

O prefeito Evaldo e Gelciomar  Cruz tiveram os diplomas cassados, no dia 1º de abril, pelo juiz  Mateus Guedes Rios por compra de votos nas eleições do ano passado.

A representação contra o prefeito e o vice-prefeito de Lábrea foi proposta pelo segundo colocado na disputa eleitoral do município, Moacyr Canizo (DEM), o Mabi.

Evaldo e Gelciomar recorreram da decisão, mas o juiz Mateus Guedes manteve a decisão. E determinou que o presidente da Câmara assuma a prefeitura.

Evaldo Gomes e o vice-prefeito Gelciomar foram eleitos  com 5.764 votos, o equivalente a 38,8% dos votos válidos. Mabi obteve 5.200 votos (35% dos votos válidos).

Como Evaldo foi eleito com menos de 50% dos votos válidos, a legislação eleitoral estabelece que o segundo colocado deve assumir o cargo. Mas Mabi não pode ocupar o posto porque ainda está com pendências na prestação de contas.