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Pedido de Habeas Corpus impetrado pela defesa de Adail Pinheiro ainda não foi analisado pelo STJ

A ministra relatora responsável por analisar o documento no STJ é Laurita Vaz. O prefeito de Coari (AM) é investigado por suposto envolvimento com uma rede de exploração sexual contra menores

O processo foi impetrado no Supremo Tribunal de Justiça

O processo foi impetrado no Supremo Tribunal de Justiça (Reprodução Internet)

Até às 12h deste domingo (10) o pedido de habeas corpus impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela defesa do prefeito de Coari, Adail Pinheiro, preso na tarde desse sábado (9), não obteve despacho da ministra relatora Laurita Vaz. Adail é suspeito de integrar uma rede de exploração sexual contra menores de idade, investigado pelo Ministério Público do Estado (MPE).

O processo, de acordo com publicação feita em uma rede social, pelos  deputados estaduais que integram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), foi distribuído por meio de sorteio e será analisado pela mesma ministra que no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) votou pela imediata cassação do prefeito.

“Como diz o ditado popular, o bem sempre vence! Viva às crianças de Coari. Agora é o momento de denunciarmos os crimes!”, ressaltou a declaração.

Em entrevista coletiva dada nesse sábado, logo após Adail Pinheiro se entregar à polícia, Alberto Simonetti Neto, advogado do prefeito, afirmou que a prisão de seu cliente é ilegal e arbitrária. Mas, não pontuou quais são os pontos de ilegalidade no pedido feito à justiça, pelo Ministério Público Estadual (MPE-AM).