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Em dois dias seguidos, Batalhão Ambiental apreende 226 quilos de carne e madeira ilegal no AM

Inúmeras apreensões de carne de animais silvestres vêm sendo realizadas pelo Batalhão na Feira de Manacapuru desde o início deste ano

Os feirantes, ao perceberam a chegada da guarnição, abandonaram o material nas bancas e fugiram do local

Os feirantes, ao perceberam a chegada da guarnição, abandonaram o material nas bancas e fugiram do local (Divulgação )

Policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAMB) apreenderam neste fim de semana 266 quilos de carne de caça irregular, patos do mato e quelônios na Feira da Liberdade do município de Manacapuru, além de uma embarcação transportando 17m³ de madeira serrada sem o Documento de Origem Florestal (DOF).

Neste sábado (7), os policiais foram até a Feira da Liberdade e conseguiram recolher 61 kg de carne de paca, 46 kg de porco do mato, 116 kg de carne de anta e ainda dois patos do mato. Inúmeras apreensões de carne de animais silvestres vêm sendo realizadas pelo Batalhão no local desde o início deste ano. Porém, os feirantes insistem em comercializar esse produto no município e neste domingo (8), a polícia apreendeu novamente mais seis quelônios, 20 kg de porco de mato e 23 kg de pirarucu fresco sem a licença ambiental para a comercialização.


Os feirantes, ao perceberam a chegada da guarnição, abandonaram o material nas bancas e fugiram do local. Segundo a polícia, a ação é comum na feira e todas as bancas já foram flagradas com a comercialização ilegal durante as operações realizadas pela corporação.

De acordo com a polícia, a madeira foi apreendida no fim da manhã deste domingo (8) em uma embarcação no Porto Terra Preta, em Manacapuru, após um patrulhamento de rotina. Os policiais alertam para o grande número de ocorrências envolvendo o transporte e a comercialização de madeira ilegal no município.

Apenas Afonso Nogueira Brasil, 31, foi presi durante as ações, autuado por transporte ilegal de madeira. Ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e responderá em liberdade. Os produtos foram serão doados para a Defesa Civil do Estado (no caso da madeira, que será utilizada em pontes na cheia dos rios) e a carne que pode ser consumida será doada para entidades filantrópicas.