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Agências de Intercâmbios de Idiomas oferecem condições acessíveis para clientes

Empresas locais que atuam na intermediação desse serviço dizem que hoje, ao contrário do que acontecia antes, ficou mais fácil fazer intercâmbio

Naê Cruz sugere cautela e pesquisa ao interessado no intercâmbio na hora de escolher a empresa

Naê Cruz sugere cautela e pesquisa ao interessado no intercâmbio na hora de escolher a empresa (Márcio Silva)

Já foi o tempo que fazer intercâmbio era coisa apenas de gente rica. Hoje, as agências especializadas em oferecer este tipo de serviço apresentam condições ao cliente com preços baixos e condições de pagamentos facilitadas. O setor cresce, em média, 15% ao ano e deve movimentar R$ 5 milhões em 2014.

O Brasil é o país da América Latina que mais manda estudantes para fora, em torno de 273 mil por ano. Entre os amazonenses, os destinos mais procurados são os Estados Unidos e Canadá, onde os preços variam de acordo com a duração do intercâmbio e a carga horária.

Uma pessoa que deseja estudar Inglês em uma escola de idiomas no Canadá, por exemplo, desembolsará uma quantia que pode variar de R$ 3.500 a R$ 9 mil reais. Isso sem contar o custo da passagem, que não está incluído no programa.

Conforme a adviser da agência World Study, Naê Cruz, 26, ter cautela e buscar informações sobre a empresa é uma das dicas essenciais que o interessado deve ter antes de fechar o contrato com a empresa de intercâmbio. “É importante verificar se a agência é credenciada na Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais (BELTA), fazer um levantamento sobre a escola que se pretende iniciar seus estudos, e principalmente, conversar com as pessoas que já fizeram um intercâmbio”, disse.

Entre os brasileiros, os cursos mais procurados continuam sendo os cursos de idiomas com 63,4%, seguido do High School, que equivale ao ensino médio no Brasil, com 13,4% e os cursos de férias com 7,3%.