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Em tempos de Copa, nível de emprego formal no Amazonas registra o pior saldo em 12 anos

Levantamento aponta que o nível de emprego formal no Estado no mês anterior à Copa foi o quarto pior do País na comparação com as outras 26 Unidades da Federação (UFs) pesquisadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

Na nova carteira, são valorizados os mecanismos contra fraudes

A Copa do Mundo não foi suficiente para melhorar os indicadores de empregos formais no Amazonas (Divulgação)

A Copa do Mundo não foi suficiente para melhorar os indicadores de empregos formais no Amazonas, que registrou saldo negativo em maio de 2.604 empregos com carteira assinada, o pior resultado para o mês nos últimos 12 anos, segundo dados do Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). No Brasil, o saldo foi de 58.836, o pior dos últimos 22 anos para maio.

O levantamento aponta que o nível de emprego formal no Estado no mês anterior à Copa foi o quarto pior do País na comparação com as outras 26 Unidades da Federação (UFs) pesquisadas pelo Ministério. Com o saldo alcançado, o Amazonas ficou à frente apenas dos estados do Rio Grande do Sul (-4.126 empregos), de Alagoas (-8.580) e de Pernambuco (-10.706).

Segmentos

Entre os setores da economia, a indústria foi a que verificou maior queda. Em maio, entre admitidos e demitidos, o saldo foi negativo em 2.266 postos de trabalho. No mesmo período do ano passado, o setor havia contratado mais 73 trabalhadores na carteira de trabalho. A construção civil também eliminou postos no período. Foram 356 empregos formais a menos contra um corte de 54 empregos, no mesmo mês de 2013.

Em sentido inverso, o comércio finalizou o mês com saldo positivo de oito postos formais. Apesar de positivo, o saldo foi inferior ao do mesmo período do ano passado, quando 46 pessoas a mais foram contratadas. Já o setor de serviços, que encerrou o mês com mais 41 postos, superou o desempenho de maio do ano anterior, com 32 postos de trabalho formais a menos.