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Gás natural deve chegar às residências do AM até 2016

Companhia de Gás de Gás do AM (Cigás) trabalha como essa meta. Prédios serão os primeiros a receber o benefício que permitirá economia de até 30% em contas

Audiência pública sobre Cigás. Na foto: Deputados Lino Chíxaro

O presidente da companhia, Lino Chíxaro, está otimista com a expansão do gás para as residências até 2016 (Rubilar Santos/Acrítica)

A partir de 2016, a população da capital amazonense deve começar a receber o gás natural canalizado em casa, conforme previsão feita ontem pela Companhia de Gás do Amazonas (Cigás), que responde pela distribuição da riqueza mineral.

A expectativa é de que a mudança proporcione uma economia de 30% para o consumidor de Manaus, em relação ao valor gasto atualmente com o gás de cozinha tradicional.

Segundo o diretor técnico da companhia, Clóvis Correia Júnior, um estudo em torno da definição da tarifa a ser cobrada está em andamento e deve ser finalizado até junho deste ano. “O que podemos dizer é que famílias que residem é um prédio e pagam em média R$ 100 de tarifa de gás ao condomínio, passarão a pagar em torno de R$ 70. E os moradores de casas, que gastem R$ 50 em uma botija de 13 quilos, passam a economizar pelo menos R$ 15. Essa é a nossa expectativa”, exemplificou.

Mesmo sem o plano de ação concluído e os investimentos definidos, o diretor técnico adiantou que as edificações verticalizadas – tanto comerciais quanto residências – serão os primeiros clientes atendidos pela companhia. “Os prédios já possuem toda a tubulação em virtude do gás de cozinha. O investimento necessário é apenas instalar uma pequena estação de gás na parte inferior do edifício e substituí-la pelo sistema de gás em botija. Nas residências, vai bastar a troca do bico injetor do fogão”, simplificou.

Prioritárias

Entre as primeiras áreas que serão prioritárias na instalação do novo sistema, Correia Júnior destacou os bairros de Vieiralves, Adrianópolis e Nossa Senhora das Graças, na Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo ele, essas localidades foram selecionadas por possuírem maior densidade de comércio e residências em uma mesma região. “Não adianta investirmos inicialmente em regiões de baixo consumo, porque dessa forma a tarifa ficaria elevada. Por isso escolhemos esses bairros. Eles têm um público interessado e diversificado”, explicou.

PIM

Embora as projeções estejam direcionadas para a expansão residencial do serviço, o presidente da companhia, Lino Chíxaro, ressaltou, ontem, em coletiva à impressa, que o foco dos trabalhos da distribuidora está voltado para os segmentos industrial e veicular até o início de 2016. “Até lá a meta é fornecer 500 mil metros cúbicos de gás por dia para os mais variados setores”, estimou.

Conforme os dados divulgados, até julho deste ano, o gás natural deve chegar a 32 clientes, sendo 11 termoelétricas, nove indústrias na primeira fase (2012) e mais 12 estabelecimentos entre indústrias e comércios, na segunda fase que será finalizada no primeiro semestre deste ano. O investimento aplicado pela empresa até o momento é de R$ 53,82 milhões.

Até o início de 2016, quando se encerra o plano de expansão da companhia para o segmento industrial, 94 clientes devem ser atendidos, com 68,06 quilômetros de redes de distribuição e um investimento total de R$ 104,40 milhões.