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Omar presta contas do Governo do AM para concorrer ao Senado

Governador do Amazonas fará balanço de sua administração, durante quatro anos, a 60 dias do prazo limite para se afastar do cargo

Omar Aziz

Um dos pontos ressaltados na mensagem do governador Omar Aziz é o pagamento de dívidas de obras herdadas da gestão do antecessor dele, o senador Eduardo Braga (Luiz Vasconcelos: 7/out/2012)

A exatamente 60 dias do prazo final para desincompatibilização do cargo, o governador Omar Aziz (PSD) abre nesta terça-feira (04) a 17ª Legislatura do Poder Legislativo do Amazonas com mensagem de prestação de contas dos quatro anos de Governo, num evento que deve reunir aliados para exibição de força política na possível saída do Executivo para concorrer ao Senado.

O ato oficial ocorre num contexto de expectativa, por parte dos aliados e da oposição, de uma sinalização que confirme sua candidatura ao Senado como já fizeram governadores de outros Estados, que estão na mesma situação. Também é feita numa composição de crescente prestígio e fortalecimento, na administração do Estado, do vice-governador José Melo (Pros).

Com números e dados técnicos, os investimentos iniciados no Governo Omar Aziz e obras que ele recebeu em andamento e concluiu são destacados na mensagem de 16 folhas, que não devem ser lidas já que o perfil do governador é o discurso de improviso. Omar apresenta os progressos, na avaliação do Governo, em Manaus e no interior, alcançados na Saúde, Educação, Segurança e setor rural, entre outros. Pontos políticos também são sinalizados na mensagem como a relação com os poderes Legislativos e Judiciário.

A mensagem elenca obras iniciadas no Governo Omar como a ampliação do número de escolas de tempo integral e os programas Ronda no Bairro e Viver Melhor. Há destaque também para obras que não devem ser inauguradas por ele como a Avenida das Flores, a duplicação da Manoel Urbano e a construção do Hospital da Zona Norte.

Na primeira página do texto, o governador dá a resposta para o problema financeiro que apertou as contas do Estado no final do ano passado, teve repercussão nacional e o fez declarar que não iam associar a ele a pecha de mau gestor. Em outubro, até os secretários que tinham dinheiro em caixa foram surpreendidos pelo fechamento do sistema de compras dois meses antes do final do ano. Na ocasião, o Governo já havia empenhado R$ 12,099 bilhões do orçamento e arrecadado R$ 10,9 bilhões. A medida de arrecadar sem novas despesas surtiu efeito, segundo o governador: “Com esforço e planejamento conseguimos recursos para equilibrar as finanças do Estado”, diz a mensagem.

No parágrafo seguinte, o governador indica a origem dos problemas nas dívidas herdadas do antecessor Eduardo Braga (PMDB): “Assim como em anos anteriores de nossa gestão, mesmo tendo o compromisso de pagar as obras de grande porte como a Ponte sobre o rio Negro e a Arena da Amazônia, fechamos 2013 com superávit”.