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Representantes da região Norte discutem implantação plena de Assistência Social

Representantes de todos os Estados estão reunidos em Manaus para discutir as políticas de assistência social às famílias necessitadas

Durante dois dias representantes dos Estados do Norte vão discutir as dificuldades e trocar experiências sobre os programas que estão dando certo na região

Durante dois dias representantes dos Estados do Norte vão discutir as dificuldades e trocar experiências sobre os programas que estão dando certo na região (Euzivaldo Queiroz)

Os Estados da Região Norte terão um trabalho enorme para implantar o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) devido à diversidade social e as grandes distâncias geográficas. Segundo a Secretária de Assistência Social em exercício, Graça Prola, esses desafios precisam ser discutidos com vários profissionais, pois além da logística, dificuldades de acesso, há na região uma diversidade populacional grande que necessita de atendimento diferenciado. “Os indígenas tem uma necessidade diferente do ribeirinho ou das famílias de que moram nas capitais e isso deve ser levado em consideração”, disse Graça Prola.

Para aprofundar o debate e oferecer sugestões, representantes de todos os Estados estão reunidos em Manaus para discutir as políticas de assistência social às famílias necessitadas. Outro objetivo do encontro é avaliar o atual estágio dos trabalhos sociais que vêm sendo realizados junto às famílias dentro dos programas executados em todas as esferas da assistência social.

Graça Prola lembra que dentro da política de assistência social existe duas unidades de ponta que são Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e que nenhum dos dois programas atende de forma especifica, por exemplo, os indígenas e ribeirinhos. “Se nesses centros for discutido convivência familiar ou manejo doméstico com os filhos não é possível juntar os indígenas com os caboclos porque são pessoas com costumes diferentes por isso é necessário uma equipe especializada”,explicou Graça.

Para buscar as famílias que ainda não são atendidas pela assistência social foram entregues lanchas para as chamadas equipes volantes que se deslocam até regiões distantes em busca de novos atendimentos.

Debate vai seguir

O Norte é a terceira região a receber o encontro e a intenção de acordo com a secretária nacional de Assistência Social Adjunta do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Valéria Gonelli, é realizar em novembro o encontro nacional para construir parâmetros de assistência social que atenda as necessidades particulares de cada local .“Não podemos soltar um manual porque cada região tem sua peculiaridade, mas podemos pensar em conjunto formas de atender essas famílias”, acrescentou secretaria nacional.

Valéria Gonelli considera que essas discussões são importantes, pois muitas famílias precisam de apoio, tanto na forma afetiva quanto nas questões estruturais, para que saiam da condição de miséria e se tornem protagonistas das suas vidas.