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Setor de construção civil cresce de 1% a 2% no Amazonas

A perspectiva de lançamentos habitacionais deve girar nos mesmos números dos anos anteriores: em torno de 17 mil unidades habitacionais

Trabalhadores irão atuar em várias obras da empresa espalhadas pela cidade

Para tentar diminuir os custos, as construtoras do Amazonas apostam em tecnologia e técnicas modernas nas obras (Antônio Lima)

Em 2014, o setor de construção civil no Amazonas deve seguir com estabilidade, devendo crescer de 1% a 2% e, com isso, o número de empregos (90 mil) também deve permanecer o mesmo que foi registrado em 2013. A perspectiva de lançamentos habitacionais deve girar nos mesmos números dos anos anteriores: em torno de 17 mil unidades habitacionais.

Esses dados fazem parte da avaliação de Eduardo Jorge de Oliveira Lopes, presidente do Sinduscom. “Os números do setor não devem ter grandes variações em relação ao ano anterior”, ponderou.

Apesar da perspectiva de estabilidade na construção civil, Lopes avalia que a lei de desoneração criada para o setor pelo governo federal é um benefício muito limitado.

Na opinião dele, é necessário haver outras medidas a serem tomadas também pelos governos estadual e municipal para darem condições ao crescimento da construção civil, no Amazonas.

“Apenas desonerar a folha de pagamento é pouco. Também precisamos diminuir a quantidade de impostos que todo o setor produtivo paga. Algumas medidas dependem do Estado e não vemos nenhuma atitude do governo nesse sentido”, analisou.

Tecnologia

Para tentar diminuir os custos, as construtoras do Amazonas apostam em tecnologia e técnicas modernas nas obras. Lopes explicou que no conjunto “Viver Melhor”, por exemplo, estão sendo aplicadas as paredes de concreto pré-moldadas. Além disso, em outras obras são usados blocos únicos em formas e lajes de concreto também pré-moldadas, assim como o still frame, parede em alumínio e gesso. “Usar tecnologia dá velocidade e com isso, o custo vai baratear”, conclui.

Pavimentos

Sobre a aprovação do novo plano diretor de Manaus, o presidente do Siduscon analisa que não é o melhor em relação ao número de pavimentos, mas com certeza, segundo ele, facilitará a vida do comércio e, principalmente, da construção civil.

“Com o novo plano diretor, de modo geral, os andares todos sofrerão aumentos mais significativos nas classes C e D. Nós (Sinduscon) avaliamos que deveria ser livre o número de pavimentos, pois para um prédio de 25 andares, que é o limite aprovado, é necessário um terreno grande e estar dentro do que manda o plano diretor”, diz.

Para Lopes, é natural que ainda não exista nenhum projeto para construção de prédios com 25 pavimentos, conforme informações do Instituto Municipal de Palnejamento Urbano (Imblurb), “porque um projeto para o setor imobiliário precisa de pelo menos quatro meses para ser maturado.

“Ninguém anda com projetos de prédio de 25 andares debaixo do braço, afinal existia a possibilidade de não ser aprovado um plano com essa situação. Acredito que entre quatro e seis meses começarão os pedidos para aprovação dos projetos. Além disso, as construtoras não divulgam com antecedência seus produtos, nem aos sindicatos porque todas trabalham com sigilo”, conclui.