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Mantega diz que IOF não aumentará para a compra de moeda estrangeira em espécie

O aumento do IOF foi anunciado no final de dezembro para viajantes que sacam moeda estrangeira ou usam cartões de débito no exterior

Ministro Guido Mantega utilizou um mecanismo de político fiscal para tentar conter a escalada da inflação

Ministro Guido Mantega esclarece aumento do IOF (Agencia Brasil)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta sexta-feira (3) que não haverá aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para a compra de moeda estrangeira em espécie. No final do ano passado, o governo anunciou o aumento do IOF para viajantes que sacam moeda estrangeira ou usam cartões de débito no exterior.

O imposto também subiu para as compras de cheques de viagem -traveller checks - e para o carregamento de cartões pré-pagos feitos fora do país. A alíquota do IOF passou de 0,38% para 6,38%, nesses casos. Para a compra de moeda estrangeira, permaneceu a alíquota de 0,38%.

Segundo o ministro, a medida foi adotada porque os gastos de brasileiros no exterior estão muito altos. Mantega disse que o tributo é “regulatório”, com o objetivo de evitar “exageros”. “Não tem nenhuma procedência acharmos que vamos estender o IOF para operações de câmbio”, garantiu. 

Sobre a desvalorização do real frente ao dólar, no início de 2014, Mantega disse que “está em linha com outras moedas”. Segundo o ministro, isso aconteceu no Brasil e em outros países devido à valorização dos títulos do Tesouro norte-americano - Treasuries. Ele acrescentou que o dólar flutua e já recuou do patamar de R$ 2,40 no Brasil. Mantega disse, ainda, que o mercado de câmbio brasileiro é “mais líquido [recursos disponíveis] e sofisticado” do que de outros países.