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Ministro da Pesca se reúne com pescadores do AM e entrega cartas de crédito do Plano Safra

Ao todo serão repassados créditos da ordem de R$ 7 milhões para pescadores e aquicultores do Estado do Amazonas

O público-alvo do plano são aquicultores familiares e comerciais, pescadores artesanais, armadores de pesca, agricultores familiares e indústrias do setor

O público-alvo do plano são aquicultores familiares e comerciais, pescadores artesanais, armadores de pesca, agricultores familiares e indústrias do setor (Arquivo AC)

O ministro de Estado da Pesca e Aquicultura se reúne com representantes de associações de pescadores nesta sexta-feira (16), em Manaus, às 15h, no Auditório Martinho Lutero, no Centro Universitário Luterano de Manaus (Celun/Ulbra). Ele receberá reivindicações do setor e entregará cartas de crédito do Plano Safra da Pesca e Aquicultura. Ao todo serão repassados créditos da ordem de R$ 7 milhões para pescadores e aquicultores do Estado de Manaus.

O Plano Safra destina R$ 4,1 bilhões para a expansão da aquicultura, a modernização da pesca e o fortalecimento da indústria e do comércio pesqueiro.  É considerado um divisor de águas para que o Brasil se torne um grande produtor de pescado, de forma a atender à demanda interna e ampliar as exportações. Só no ano passado disponibilizou mais de R$ 800 bilhões para pescadores e produtores em todo o País. No Amazonas foram emprestados R$ 20,8 bilhões. “Nós estamos trabalhando para aumentar a produção nacional e o Plano Safra é a nossa principal ferramenta”, comentou o ministro Eduardo Lopes.

O público-alvo do plano são aquicultores familiares e comerciais, pescadores artesanais, armadores de pesca, agricultores familiares e indústrias do setor. Linhas especiais de crédito serão concedidas a pescadores e aquicultores familiares, mulheres pescadores e aquicultoras, marisqueiras e jovens empreendedores, cooperativas e associações. A ideia é gerar renda e emprego para milhares de brasileiros e ofertar um alimento saudável à população.

Além de crédito com juros mais baixos, prazos de carência maiores e ampliação dos limites, o plano desonera a cadeia produtiva, garante assistência técnica, fortalece o cooperativismo, disponibiliza equipamentos, renova embarcações, moderniza a indústria e a comercialização, e investe em ciência, tecnologia e inovação.

* Com informações da assessoria.