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Mulher acusa amigo de infância de estuprá-la após levá-lo para dormir em casa

Segundo a versão da mulher, o amigo pediu para dormir na casa dela, depois de beberem com um grupo de amigos em um bar, quando tentou estuprá-la. O acusado nega o caso

Caso de suposto estupro foi denunciado no 15º DIP

Caso de suposto estupro foi denunciado no 15º DIP (Evandro Seixas)

Uma mulher de 28 anos compareceu ao 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP) na manhã desta sexta-feira (7) denunciando que foi estuprada pelo próprio amigo de infância dela, um consultor de vendas de 31 anos. A vítima, que é administradora, informou que violentada enquanto dormia em casa. O homem nega.

Segundo a vítima, oamigo de infância estava com ela e mais um grupo de pessoas bebendo em um bar no Centro de Manaus, Zona Sul, na quinta-feira à noite. Já na madrugada, o homem perguntou à vítima se poderia dormir na casa dela, no bairro Santa Etelvina, na Zona Norte, e teve resposta positiva.

A administradora é casada e o marido dela não estava em casa. Ela disse que o amigo dormiu em outro cômodo enquanto ela ficou no próprio quarto. A vítima relatou em depoimento no 15º DIP que acordou com o suspeito, ainda embriagado, deitado sobre ela e que o mesmo estava com órgão genital para fora e consumando ato sexual.

Segundo a vítima, ela teria se desvencilhado do homem, trancado o suspeito no quarto e dirigido até a delegacia e, posteriormente, fez exame de corpo delito no Instituto Médico Legal. O resultado desses exames será emitido entre 10 e 15 dias, e apenas depois dessa data será possível saber se realmente houve estupro.

O suspeito não foi encontrado trancado na casa da vítima. Ele foi detido por policiais já na manhã desta sexta, dentro da Centro de Treinamento do Detran-AM, no bairro Santa Etelvina, e levado até o 15º DIP. O homem negou o crime e foi encaminhado ao 26º DIP para prestar depoimento.

Segundo o delegado Walter Cabral, titular do 26º DIP, a comprovação de que ocorreu realmente o estupro só ocorrerá após resultado do exame do IML. A vítima e o suspeito foram liberados. Caso seja comprovada a violência sexual, ele será indiciado por estupro. Se não for comprovado, a mulher será indiciada por calúnia contra o amigo de infância.

O esposo da administradora, que não quis se identificar, estava no 15º DIP e chegou a questionar o “amigo” da moça, se ele realmente consumou o ato sexual. A resposta foi negada. A vítima ainda chegou a discutir com o suspeito quando ele saía para o 26º DIP.