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OAB orienta vítimas a denunciarem casos pedofilia e diz que está pronta para apurar os fatos

Presidente da Comissão de Direitos Humanos, Epitácio Almeida, comentou denúncias envolvendo aliciamento de menores no futebol amazonense e sobre o caso de Coari

Apesar do drama, eles resistem em busca do sonho

Apesar do drama, eles resistem em busca do sonho (Winnetou Almeida)

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Amazonas (OAB/AM), convocou a imprensa na tarde desta quinta-feira (22) para fazer um apelo às vítimas de pedofilia no Amazonas. Citando o caso relacionado aos clubes de futebol do Estado, o presidente da Comissão, Epitácio Almeida, alertou às famílias, para que formalizem as denúncias. “É preciso que esses casos de aliciamento e exploração de menores nos clubes locais sejam formalizados, seja na delegacia ou na Comissão da OAB, para que possamos apurar e tomar as providências necessárias. Manaus não pode ser considerada a capital da pedofilia”, disse Epitácio Almeida.

Recentemente, foi divulgado na mídia local que técnicos e auxiliares de clubes amazonenses se aproveitam da função de comando para aliciar crianças e adolescentes menores de idade, oferecendo-lhes material de treino (chuteiras, roupas, tênis) ou mesmo a titularidade, no time em troca de favores sexuais. 

Almeida destacou que até o momento chegaram apenas dois casos até a OAB/AM, envolvendo dois clubes, entretanto, ficou inviável apurar, devido à desistência das vítimas. “Não sei se elas receberam ameaça ou ficaram com receio de se expor, mas informo que todos os denunciantes serão preservados e os depoimentos serão mantidos em total sigilo, para chegarmos à realidade dos fatos e os culpados sejam condenados”, garantiu o presidente da Comissão.

Caso Adail

Sobre as denúncias de pedofilia e exploração sexual infantil envolvendo o prefeito de Coari, Adail Pinheiro, o presidente da Comissão de Direitos Humanos assegurou que a entidade possui total isenção e autonomia para ouvir as vítimas e está pronta para apurar os casos em que for acionada. “Temos total independência, nomeada inclusive pelo Diário Oficial. Podemos apurar qualquer fato que chegue até nós, seja de prefeito, presidiário, idoso ou criança”, ressaltou Almeida, que acrescenta que até o momento nenhuma vítima do referido caso procurou a OAB.

*Com informações da assessoria