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Rápida paralisação dos rodoviários atrasa população das Zonas Norte e Oeste de Manaus

Funcionários da empresa Vega cruzaram os braços na manhã desta segunda-feira (21). O não pagamento do adiantamento salarial dos trabalhadores foi apontado como motivo para a greve

Funcionários da Vega Transportes Urbanos reivindicam melhores condições de trabalho, o pagamento de horas extras, plano de saúde, entre outros benefícios

A paralização relâmpago pegou de surpresa os empresários da Vega que, segundo eles, haviam feito a transação bancária referente ao pagamento dos trabalhadores ainda na sexta (Luiz Vasconcelos)

Sem aviso, trabalhadores da empresa Vega Transportes paralisaram suas atividades na manhã desta segunda-feira (21), depois de constatar que o adiantamento do salário do dia 20 não havia sido depositado em suas contas. De acordo com o Sindicato das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Manaus (Sinetram), a empresa já tinha saldo bancário, com a transferência realizada pela manhã. Por volta das 7h, os rodoviários voltaram às atividades normalmente.

A paralização relâmpago pegou de surpresa os empresários da Vega que, segundo eles, haviam feito a transação bancária referente ao pagamento dos trabalhadores ainda na sexta-feira (18). Segundo eles, como não há expediente nos bancos aos sábados e domingos, o dinheiro da quitação demorou a cair na conta dos trabalhadores, já que o mesmo só acontece no primeiro dia útil da semana - ou seja, nesta segunda-feira.

A empresa em questão possui 86 ônibus que atendem, principalmente, a população das Zonas Oeste e Norte de Manaus. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Manaus (STTRAM), Givancir Oliveira, estava no local e mediou as negociações entre funcionários e os empresários.

Constantes paralisações

As paralisações do transporte coletivo na capital estão ficando cada vez mais constantes. Na segunda-feira passada (14), rodoviários das empresas Global e São Pedro cruzaram os braços e só voltaram as atividades no dia seguinte, após intervenção do Ministério Público do Trabalho (MPT).

Naquela ocasião, os tabalhadores resolveram deflagrar a greve sem aviso prévio, deixando parados na garagem pelo menos 380 ônibus. A ação acabou prejudicando cerca de 350 mil usuários do transporte público das Zonas Leste, Norte e Oeste de Manaus.