No ano “apocalíptico”, quem sentiu foi a indústria local. De janeiro a novembro de 2012, o setor teve queda de 9,08% no faturamento, quando comparado a igual período de 2011. Indicadores da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) mostram que, nos 11 meses do ano passado, as cifras contabilizadas chegaram a ordem de US$ 34,89 bilhões, quando no acumulado de 2011 estava em US$ 38,38 bilhões.
Por causa do desempenho retraído, representantes da indústria estimam que o balanço final do setor registre um déficit de, no mínimo, 5%. (ver análise)
Em janeiro do ano anterior, quando as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM) comemoravam o faturamento recorde até o penúltimo mês de 2011, o recém-empossado superintendente Thomaz Nogueira chegou a comentar sobre o quão positivo era iniciar o ano com aquele conjunto de indicadores e que seria um grande desafio para “assegurar sua continuidade”.
O titular da Suframa estava certo, especialmente quando, dos três setores responsáveis pela maior fatia do faturamento do PIM, somente o Químico registrou acréscimo no acumulado. De forma tímida, houve alta de 0,78% em relação aos 11 meses de 2011, com US$ 4,56 bilhões contra US$ 4,53 bilhões.
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