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Pré-candidatos à Prefeitura de Manaus em 2012 medem força

O deputado Luiz Castro (PPS) mantém sua pré-candidatura e diz que, nesse momento, é o melhor nome dentro do partido. Já Hissa Abrahão alega que, se for garantida a escolha democrática no partido, será confirmado como candidato à prefeitura pelo PPS

O deputado estadual Luiz Castro critica a postura do vereador HIssa Abrahão, os dois são do PPS

O deputado estadual Luiz Castro critica a postura do vereador HIssa Abrahão, os dois são do PPS (Arquivo AC )

O vereador Hissa Abrahão (PPS) e o deputado estadual Luiz Castro (PPS) acirram o cabo de guerra para as Eleições 2012 e o representante da sigla na Assembleia Legislativa do Estado (ALE-AM) já adota discurso de pré-candidato. A disputa interna da sigla ficou evidente durante  o encontro nacional entre prefeituráveis do PPS neste final de semana, em Brasília.

O deputado Luiz Castro (PPS) mantém sua pré-candidatura e afirma que, nesse momento, é o melhor nome dentro do partido para representar uma terceira via nas Eleições 2012.

Já Hissa Abrahão alega que, se for garantida a escolha democrática no partido, será confirmado como candidato à prefeitura pelo PPS nas eleições do ano que vem. Ao contrário do que declarou há dois meses no momento da criação do PSD, Hissa disse que não está nos planos dele trocar de partido.

Até a participação dos dois no encontro nacional foi motivo de divergência. Enquanto, Castro diz que Hissa não esteve presente em todos os momentos dos debates do PPS, o vereador afirma ter se ausentado apenas para tratar, na Procuradoria-Geral da República, sobre a questão da Medida Provisória dos tabletts.

“O encontro nacional foi muito produtivo. Participei de todos os momentos porque tenho paixão pela política. Minha vida é essa”, afirmou Castro que em outro momento diz ter estranhado a ausência de Hissa em várias mesas de debates.

Castro também afirmou que participou da criação de um Núcleo Ambiental no PPS e que foi o escolhido para representar o Amazonas. “Fechamos a posição do partido de ser contrário ao atual texto do Código Ambiental. O Núcleo irá estudar e apontar as diretrizes da sigla neste tema. Queremos que a questão Ambiental e de temas sobre os Jovens sejam prioridade no PPS”, disse.

Hissa Abrahão também avaliou bem o encontro nacional. Disse que participou de palestras em que o partido abordou temas como marketing e pesquisas eleitorais. 

“Fiquei feliz com o convite do presidente do PPS Roberto Freire, porque até então o o deputado Luiz Castro aparecia se apresentando sozinho como pré-candidato. Minha ausência foi justificada e todos entenderam”, afirmou o vereador.

Hissa criticou os argumentos usados por Luiz Castro, segundo ele, para invalidar sua candidatura a prefeito. “Diz que sou jovem e não reuno experiência suficiente. Ele foi prefeito de Envira aos 23 anos”.

O vereador disse que em 2010 muitos membros do PPS se ofenderam quando Luiz Castro disse que não tinha ninguém a altura dele para ser candidato a deputado estadual. “Vou permanecer no PPS porque ele tem se mantido coerente aos longos dos meus 11 anos de filiação e aposto que continuará”, disse.

Castro defende que a conjuntura política atual do PPS no Amazonas ganhará mais se Hissa se candidatar a reeleição e ele a prefeitura. “Com Hissa candidato, temos condições de fazer duas vagas, quem sabe até três”, argumentou.
    
Deputado faz críticas à gestão Braga
O deputado estadual Luiz Castro (PPS) criticou, neste domingo (12), a gestão de Eduardo Braga (um dos prefeituráveis em 2012) no Governo do Amazonas de autoritária, excludente e impositiva ao poder legislativo. Ao mesmo tempo, disse temer que a inexperiência leve o vereador Hissa Abraão (PPS) a se tornar um “novo” Eduardo Braga (senador pelo PMDB).

Castro disse que com o discurso de que representava mudança com política tradicional, Eduardo Braga governou com receita maior que a dos antecessores e 'melhorou' apenas as estratégias de cooptação política. Segundo Castro, Braga tornou o Amazonas o Estado com maiores desigualdades sociais com obras com valores altos e com escandalosos aditivos.

“É um paradoxo. Quanto mais ele progrediu eleitoralmente, mais a desigualdade cresceu. A publicidade do Governo foi de enaltecimento ao governante enquanto isso o interior era abandonado”, afirmou o deputado.