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Primeiro-ministro britânico propõe que G7 discuta expulsão da Rússia do G8

David Cameron defendeu medidas duras no caso de a Rússia adotar novas ações que desestabilizem a Ucrânia

O primeiro-ministro britânico afirmou também que qualquer avanço da Rússia no Leste da Ucrânia deve ter como consequência sanções econômicas e diplomáticas “as mais duras possíveis”

O primeiro-ministro britânico afirmou também que qualquer avanço da Rússia no Leste da Ucrânia deve ter como consequência sanções econômicas e diplomáticas “as mais duras possíveis” (Reprodução/Reuters)

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou hoje (19) que os países do G7 devem discutir “a exclusão permanente da Rússia” do G8 no caso de serem adotadas mais ações que desestabilizem a Ucrânia.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, convocou um encontro do G7 para a próxima segunda-feira (24), paralelamente à reunião sobre segurança nuclear que será realizada em Haia, na Holanda, para discutir o aumento da crise provocada pela anexação da Crimeia à Rússia.

“Penso que é importante agirmos em concertação com os nossos aliados e parceiros e penso que devemos discutir se excluímos ou não a Rússia de forma permanente do G8 se forem tomadas outras medidas”, disse Cameron no Parlamento.

O primeiro-ministro britânico afirmou também que qualquer avanço da Rússia no Leste da Ucrânia deve ter como consequência sanções econômicas e diplomáticas “as mais duras possíveis”. Cameron observou que o Reino Unido foi um dos primeiros países a suspender o processo de preparação da reunião do G8 marcada para junho em Sochi, na Rússia.

O G8 é constituído pela Rússia e pelos membros do G7 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.

O presidente russo, Vladimir Putin assinou, ontem (18), o tratado de anexação da Crimeia, considerado legal, por unanimidade, pelo Tribunal Constitucional da Rússia. No domingo, quase 97% dos eleitores que foram às urnas na península votaram a favor da separação da Ucrânia e anexação à Rússia.

* Com informações da Agência Lusa.