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Prorrogação da Zona Franca será votada na quarta-feira (19)

Proposta que prorroga a vigência dos benefícios da Zona Franca de Manaus por mais 50 anos entraria na pauta amanhã (18), mas foi adiada para esta quarta-feira (19)

Presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, durante reunião com líderes de partidos e membros da bancada do AM que definiu a pauta da Casa Legislativa

Presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, durante reunião com líderes de partidos e membros da bancada do AM (Roque de Sá/Agência Tempo)

Os deputados federais devem votar nesta quarta-feira (19), em sessão extraordinária, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição 506/10, originada do Senado, que prorroga os benefícios tributários da Zona Franca de Manaus por mais 50 anos. Atualmente, a Constituição prevê a vigência até 2023.

A prorrogação de 50 anos consta originalmente da PEC 103/11, do Executivo, apensada à 506/10, e foi incorporada pelo relator, deputado Átila Lins (PSD-AM), em seu substitutivo.

A Zona Franca surgiu em 1967 para estimular a geração de emprego e renda na região amazônica. O texto da PEC prevê ainda prorrogação até 2073 da vigência de áreas de livre comércio do Norte. As áreas são nas cidades de Tabatinga (AM), Guajará-Mirim (RO), Boa Vista (RR), Bonfim (RR), Macapá (AP), Santana (AP), Brasiléia (AC) e Cruzeiro do Sul (AC).

Marco civil da internet

Após vários adiamentos, o Plenário da Câmara dos Deputados poderá começar a discutir nesta semana o projeto de lei do marco civil da internet (PL 2126/11). A proposta tranca a pauta desde outubro do ano passado.

O último adiamento na discussão do marco civil foi pedido pelo governo, na esteira dos desentendimentos entre Planalto e PMDB, cujo líder, deputado Eduardo Cunha (RJ), declarou que pretende trabalhar para derrubar a proposta.

Cunha apresentou um texto alternativo ao projeto. “Primeiro vamos votar pela rejeição do marco civil; se não for rejeitado, vamos discutir a emenda”, disse.

PMDM apresenta proposta alternativa

Entre os pontos polêmicos do relatório do deputado Alessandro Molon (PT-RJ) está a neutralidade de rede, segundo a qual os provedores não poderão tratar com preferência os pacotes de dados de uns em detrimento de outros usuários.

A obrigatoriedade de usar data centers localizados no Brasil para armazenar dados de navegação realizada no País também tem a discordância de partidos da oposição, que alegam aumento de custos para as empresas e repasse ao usuário final da conexão.