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RM de Manaus é a penúltima colocada em bem-estar urbano no Brasil, segundo levantamento

Pesquisa do Observatório das Metrópoles analisou as 15 regiões metropolitanas do país, avaliando quesitos como condições de habitação e serviços coletivos; último lugar ficou com Belém

Os melhores e os piores resultados da RM se encontram ambos na cidade Manaus, o que mostra a disparidade das condições de vida da população

Os melhores e os piores resultados da RM se encontram ambos na cidade de Manaus, o que mostra a disparidade das condições de vida da população (Ney Mendes/A CRÍTICA)

A Região Metropolitana de Manaus é a segunda pior, dentre as 15 regiões metropolitanas do Brasil, no cálculo do Índice de Bem-Estar Urbano – IBEU Global. O levantamento é do Observatório das Metrópoles, do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT), e foi publicado no site do órgão.

Manaus apresentou com frequência resultados como “muito ruim” e “ruim” para aspectos como condições ambientais urbanas, condições habitacionais, serviços coletivos e infraestrutura urbana. A análise do IBEU apontou ainda Manaus como tendo um das maiores disparidades na distribuição de serviços e equipamentos públicos do país, tanto na estrutura metropolitana quanto municipal.

O item mais bem avaliado foi Mobilidade Urbana, no qual Manaus aparece como 9ª colocada nacional, o que não quer dizer que a cidade tenha um serviço bom ou ótimo – na verdade, o Observatório qualifica esse aspecto como ruim (0,501-0,700), mas o país como um todo também não possui resultados significativamente melhores.

No quesito Condições Ambientais Urbanas, a RM ficou em 14º; em Condições Habitacionais Urbanas, 14º; em Condições de Serviços Coletivos Urbanos, 14º; e em Infraestrutura Urbana, 13º.

A RM de Manaus é composta por 8 municípios e 45 áreas de ponderação consideradas urbanas, áreas essas que seguem limites semelhantes ao limites dos bairros. Manaus é o município que possui mais áreas de ponderação: 33 delas. Itacoatiara e Manacapuru possuem três cada, Iranduba duas e os municípios de Careiro da Várzea, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva possuem apenas uma cada.

Desse total de 45 áreas de ponderação, 10 (22,22%) estão no nível definido pelo IBEU como muito ruim (0,001 - 0,500); já no nível tido como ruim (0,501 – 0,700) concentra-se o maior número de áreas de ponderação da região de Manaus – pouco mais de 55,5%, ou seja, 25 delas; nas áreas que apresentam nível médio (0,701 - 0,800) estão 9 áreas de ponderação (20%) e apenas uma área de ponderação se encontra no nível tido como bom (0,801 - 0,900) e nenhuma área de ponderação da RM de Manaus está presente no nível tido como muito bom do IBEU (0,901 – 1,000).

A média do IBEU Local de Manaus é de 0,608 ou seja, está no nível considerado ruim. O curioso é que o melhor (0,806) e o pior (0,348) índice pertencem às áreas de ponderação pertencentes ao município de Manaus, algo que evidencia a desigualdade na distribuição de equipamento e serviços públicos no município que é o centro metropolitano.

Confira agora o ranking do IBEU no Brasil, segundo o levantamento:

1º Campinas

2º Florianópolis

3º Curitiba

4º Goiânia

5º Porto Alegre

6º Grande Vitória

7º Belo Horizonte

8º São Paulo

9º Distrito Federal

10º Salvador

11º Fortaleza

12º Rio de Janeiro

13º Recife

14º Manaus

15º Belém