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Ronaldo Tiradentes cria farsa para promover ataques pessoais

PC conclui inquérito sobre a produção de um vídeo que tenta associar o nome de membros da família Calderaro com a prostituição infantil e decide indiciar por extorsão o principal suspeito de ser o autor da gravação: o proprietário da Rede Tiradentes

Após dez meses de investigação, policiais civis da divisão de repressão ao crime organizado descobriram um esquema que tentou prejudicar o trabalho da própria polícia e também da Rede Calderaro de Comunicação (RCC). Apontados como responsáveis diretos pelos crimes, os radialistas Ronaldo Tiradentes e Marcos Pontes foram indiciados por extorsão, calúnia e difamação.

A mulher que aparece nessas imagens é Renata de Oliveira Guerreiro. Ela foi entrevistada no fim de 2012 pelo repórter Marcos Pontes, da Rede Tiradentes. O vídeo, gravado no quarto de um motel, foi um dos alvos da investigação conduzida pela Polícia Civil. No fim, a divisão de repressão ao crime organizado constatou que tudo não passava de uma tentativa de extorsão, onde as perguntas e respostas foram combinadas (assista ao vídeo em que Renata confessa a armação).

Segundo a polícia, a falsa entrevista foi orquestrada pelo próprio Ronaldo Tiradentes, dono da Rede Tiradentes. Entre os alvos do ataque, estão a delegada Linda Gláucia e o diretor-presidente da Tv A Crítica, Dissica Calderaro.

Coordenada por Linda Gláucia, a Operação Estocolmo desarticulou uma rede de exploração sexual de crianças e adolescentes. Entre os supostos envolvidos no esquema estão megaempresários, como Valdery Areosa, amigo de Ronaldo Tiradentes. O radialista usou uma página na Internet para fazer várias críticas à operação e à cobertura feita pela Rede Calderaro.

Além da falsa entrevista, um outro vídeo serviu como prova para a polícia. Nele, Renata confessa que foi obrigada a responder conforme orientações da equipe de reportagem da Rede Tiradentes.

Renata é procurada pela polícia. Ronaldo Tiradentes e o repórter Marcos Pontes foram indiciados por três crimes.

O processo corre em segredo de justiça, na sétima vara criminal de Manaus. Agora, ele vai ser encaminhado ao Ministério Público do Estado, órgão que pode apresentar a denúncia ao Tribunal de Justiça do Amazonas. Se a Justiça Estadual aceitar esta denúncia, e considerá-los culpados, Ronaldo Tiradentes e Marcos Pontes podem cumprir pena de até 13 anos por extorsão, calúnia e difamação.