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E a promessa de ter um time na Série A? (Especial Copa do Mundo em Manaus – Parte 5)

Quando Manaus foi escolhida para ser sede da Copa, houve a garantia de que teríamos um time entre os melhores do País

Ausência histórica do Amazonas na elite do futebol brasileiro sempre foi criticada pelos amantes do esporte

Ausência histórica do Amazonas na elite do futebol brasileiro sempre foi criticada pelos amantes do esporte (Bruno Kelly)

Confira agora a quinta parte do especial de A CRÍTICA sobre a realização da Copa do Mundo em Manaus.

Não deixe de conferir também as outras partes:

Copa do Mundo em Manaus: terá valido a pena? (Parte 1): http://acritica.uol.com.br/noticias/Copa-Mundo-Manaus-valido-Especial_0_1081691834.html

O que ainda dá pra fazer? (Parte 2): http://acritica.uol.com.br/noticias/pra-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691838.html

Legado, qual legado ficará? (Parte 3): http://acritica.uol.com.br/noticias/Legado-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691839.html

As promessas esquecidas (Parte 4): http://acritica.uol.com.br/noticias/esquecidas-Especial-Copa-Mundo-Manaus_0_1081691840.html

Série A ou B

Fabrício Lima – Secretário Municipal de Esportes

“Uma das promessas era mesmo ter um time local numa Série C, Série B, onde o São Raimundo já esteve, mas não foi possível nestes anos desde que conquistamos o direito de sediar os jogos da Copa do Mundo. Agora é um sonho possível e eu penso que logo, logo teremos um time lá. O Nacional este ano fez uma belíssima campanha, bateu na trave, mostrou força na Copa do Brasil ganhando de grandes times, eliminou o Coritiba, que é um clube grande do Paraná e está na Série A, caiu para o Vasco de maneira digna e todos nós vimos o esforço. O Princesa do Solimões também bateu na trave, o América, do professor Amadeu (Teixeira), onde eu joguei de cabeça de área, time para o qual torço, foi eliminado no tapetão, então não é um sonho impossível chegarmos lá. O São Raimundo conseguiu chegar lá, mas ai o problema foi se manter. Assim, eu não tenho dúvidas de que um clube do nosso Estado estará em breve melhor colocado no Campeonato Brasileiro. A Copa trouxe muitas coisas boas que os clubes poderão usufruir, temos um estádio, a Colina, para 10 mil pessoas, um estádio no Coroado para cinco mil pessoas, temos a nossa Arena, onde nossos times poderão mandar seus jogos e não sofrer o que vimos neste ano com o Nacional e Vasco no Sesi, que atende o nosso futebol de maneira muito simples”.

O Porto

Robério Braga – Secretário estadual de Cultura

“Uma das tentativas que eu sei da prefeitura foi de conseguir trazer navios de cruzeiro para servir e hotel durante a Copa, mas esbarrava sempre na questão portuária. Há uma desqualificação exagerada na área do porto, que é de responsabilidade de proprietários privados e a contribuição de longo tempo do ambulante na Praça da matriz, praça da antiga prefeitura, a região portuária é região que sofre muito, mas tem merecido intervenções mais hercúleas seja da iniciativa privada ou do poder público. Como o porto aqui é uma questão federal e privada, nem o município nem o estado conseguiram fazer alguma ação ali. Se houvesse uma mobilização de imprensa para despertar o interesse dos proprietários para pelo menos minorar os impactos, o porto vai fazer muito falta principalmente para uma cidade que deveria ser aberta para o rio”.

Centro

Roberto Moita – Diretor-presidente do Implurb

“A cidade precisa resolver o problema do Centro quem sempre fez isso muito bem foram as cidades históricas, mas nos últimos anos, vinte anos, as cidades do Leste Europeu fizeram o dever de casa direitinho, valorizando o espaço e ocupando o espaço, porque é importante que as pessoas vivam, morem no Centro. São as pessoas que deixam o espaço vivo, mas aqui as pessoas saíram de lá gradativamente e ele foi ocupado por outras forças”.

Campanha

Robério Braga – Secretário estadual de Cultura

“Não há um esforço coletivo para darmos uma nova cara a cidade, que é depauperada pelo tempo em seus espaços tradicionais, mas com algumas ilhas recuperadas. Que o governo e a prefeitura fazem um esforço descomunal para ganhar tempo, mas é preciso que a sociedade se mobilize, por exemplo, colocando bandeiras do Brasil nas janelas das casas, pintem as casas e calçadas de verde e amarelo. Por que não um concurso de embandeiramento das ruas, coisas que a comunidade pode fazer já que a cidade é responsabilidade de cada um. Há 40 anos, as pesquisas realizadas com turistas apontam como principal deficiência de Manaus a limpeza pública, a questão do transporte coletivo e nas últimas quatro pesquisas, apareceu a indicação sobre a impossibilidade de circulação de pedestre, porque qualquer lugar de clima tropical como nosso turista quer andar a pé nas ruas, nas calçadas, neste particular Manaus é uma cidade proibitiva. Ou isso acaba agora ou nunca mais”.