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Servidores do TRT-AM fazem paralisação no Fórum Trabalhista de Manaus, nesta quinta (4)

A manifestação em prol de melhorias trabalhistas dos servidores efetivos deve paralisar os trabalhos no TRT pela parte da manhã

Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT) na rua Ferreira Pena, Centro de Manaus

Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT) na rua Ferreira Pena, Centro de Manaus (Divulgação)

Os servidores da Justiça do Trabalho da 11ª Região (TRT 11) promovem nesta quinta-feira (4), a partir das 8h, um ‘apagão na sede do Fórum Trabalhista de Manaus, localizado na esquina das ruas Ferreira Pena e Silva Ramos, Centro da cidade. A ação faz parte da mobilização nacional pela aprovação do Plano de Cargos e Salários da categoria (PL 6613/09), ainda em tramitação no Congresso Nacional.

“A intenção é concentrar os trabalhadores na frente do Fórum para uma assembleia geral sobre os rumos do processo de mobilização nacional, onde vamos decidir se aderimos ou não à greve por tempo indeterminado, visto que outros dez estados da federação já estão nesse processo”, informa Luis Cláudio Correa, presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho no Amazonas e Roraima (SitraAM/RR).

Ainda de acordo com o sindicalista, todos os setores do Fórum e demais varas trabalhistas foram convocados para a manifestação, que deve paralisar os trabalhos no TRT pelo menos pela parte da manhã.

“A mobilização está mais forte no Centro-Oeste e no Sudeste, mas o Norte e o Nordeste também precisam dar a sua contribuição, visto que só uma mobilização nacional pode fazer frente às barreiras encontradas até agora para o nosso objetivo final, que é a alocação de recursos no orçamento do Judiciário para o pagamento do reajuste proposto no PL 6613/09”, ressalta o vice-presidente do sindicato, Allan Kardec Farias.

O dirigente ressalta que o executivo tem como discurso não negociar com os servidores enquanto estiverem vigentes os resultados da campanha de 2012, quando um reajuste de 15% foi escalonado em parcelas que só terminarão em janeiro de 2015. Ele, porém, enfatizou que a defasagem nos vencimentos dos servidores já chegam 40%, e que a categoria não pode esperar sentada.

*Com informações da assessoria