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Tio de deputado estadual é preso em Humaitá (AM) por contrabandear armas

O comerciante Raimundo de Brito Maciel, 71, tio do deputado estadual Cabo Maciel, é suspeito de contrabando e posse ilegal de armas


Ele escondia, em sua casa e comércio, armas e produtos contrabandeados

Ele escondia, em sua casa e comércio, armas e produtos contrabandeados (Divulgação)

O comerciante Raimundo de Brito Maciel, 71, tio do deputado estadual Cabo Maciel, foi preso na última segunda-feira, em Humaitá (a 590 quilômetros de Manaus) suspeito de contrabando e uso de armas. A prisão foi feita pelos policiais militares do município, em cumprimento a um mandado de busca e apreensão, expedido pelo juiz Jeferson Galvão de Melo, da 1ª Vara local.

Segundo a Polícia Militar e Civil, os vizinhos já haviam denunciado o comerciante e disseram que ele escondia na casa e no comércio armas e produtos contrabandeados. Na última segunda, a polícia cumpriu um mandado de busca de apreensão expedido pela Justiça e no estabelecimento “Casa Maciel”, localizada na rua Monteiro, bairro Divino Franco, foram encontrados  três revólveres de calibres 32 e 38, 77 munições de diversos calibres, além de 24 pacotes e  103 maços de cigarros contrabadeados, 51 comprimidos de medicamento usados para disfunção erétil e R$ 16 mil em espécie. Raimundo Maciel foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos. 

O delegado titular de Humaitá, Marcus Rezende, informou por meio da assessoria de comunicação da Polícia Civil que o comerciante foi autuado em flagrante por falsificação, contrabando, corrupção e posse de arma de fogo e munição.

Em depoimento, Maciel justificou que o uso das armas seria para defesa pessoal, devido o movimento de seu comércio e que o dinheiro apreendido é referente às economias que ele guardava. Segundo o delegado, o homem vai continuar preso até decisão da Justiça.

Investigação

O delegado Marcus Rezende explicou também que a origem dos cigarros importados e dos remédios ainda não foram identificadas. Mas a Polícia Civil no município já abriu uma investigação para saber de onde esses produtos foram trazidos e se o comerciante trabalhava com a ajuda de alguém.