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Fim de contrato com Fucapi paralisa operações da Suframa

Contrato da Suframa com 80 funcionários terceirizados da Fucapi encerrou nesta sexta-feira (28); desligamentos vem ocorrendo desde 2009

Em abril de 2013, terceirizados demitidos pela Suframa fizeram manifestação em reunião do CAS

Em abril de 2013, terceirizados demitidos pela Suframa fizeram manifestação em reunião do CAS (Luiz Vasconcelos/ 30/abr/2013)

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) sofrerá grandes impactos com o desligamento de cerca de 80 funcionários que atuavam no contrato de informática da autarquia com a Fundação Centro de Análise e Pesquisa Tecnológica (Fucapi). O contrato, encerrado nesta sexta-feira (28), vinha sendo contestado judicialmente pelo Ministério Público Federal (MPF).

A área de Operações da Suframa, que inclui a fiscalização da entrada de mercadorias e serviços de cadastro e recadastro de empresas incentivadas pelo modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), será a mais afetada, e já está com parte das atividades paralisadas.

“Eram colaboradores que atuavam na análise documental da entrada de mercadorias, no cadastro e recadastro de empresas, nos serviços de informática e na operação dos canais de vistoria (verde, vermelho e cinza), entre outros serviços, que não atuarão mais na Suframa. Ressalte-se que o contrato tem sido contestado judicialmente por delegar, ilegalmente, atribuição de servidor para terceirizados", explica o vice-presidente do Sindicado dos Funcionários da Suframa (Sindframa), Anderson Belchior, ressaltando que essa situação nada tem a ver com a greve dos servidores iniciada em fevereiro.

“Com greve ou sem greve, essa situação estava prevista e não foi solucionada devido a um problema de gestão, que não se preocupou em capacitar servidores para a execução dessas atividades, sempre desempenhadas por terceirizados. Além disso, é público que o quadro de servidores da Suframa está defasado há anos, e que houve postergação para a realização do concurso público, que foi autorizado em junho de 2013" complementou.

O desligamento dos colaboradores terceirizados vem ocorrendo desde 2009 e no dia 21 de março deste ano houve o início do desligamento dos últimos terceirizados ilegais. Com o fim do contrato, o posto de fiscalização do aeroporto internacional Eduardo Gomes fechou desde a semana passada e a Central de Fiscalização Rodoviária (CFR) da Suframa paralisou na última quinta-feira (27). “Os efeitos da saída dos terceirizados serão ainda mais sentidos a partir da próxima semana. É uma situação que vai trazer bastante impacto ao PIM, e, mais uma vez, não foi ocasionada pelo movimento grevista. Desse modo, estamos tratando com a Superintendência para que não haja aumento do impacto ao PIM”, finalizou.

*Com informações da assessoria