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Mais um general brasileiro comandará missão no Haiti

José Luiz Jaborandy Júnior é o décimo brasileiro a assumir o cargo desde que a missão de paz foi criada, em 2004, pelas Nações Unidas

O gen. Jaborandy comandava a 1ª Brigada de Infantaria de Selva, em Roraima, antes da nomeação para o Haiti

O gen. Jaborandy comandava a 1ª Brigada de Infantaria de Selva, em Roraima, antes da nomeação para o Haiti (Reprodução/Internet)

A Organização das Nações Unidas (ONU) nomeou hoje (13) o general brasileiro José Luiz Jaborandy Júnior para comandar a Força de Paz da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah). Jaborandy substituirá o atual comandante da missão, também brasileiro, Edson Leal Pujol. O anúncio da nomeação foi feito nesta quinta-feira pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

José Luiz Jaborandy Júnior é o décimo general brasileiro a assumir o cargo, já que o Brasil comanda a força militar da Minustah desde 2004, quando a missão foi criada. A exceção foi um período de poucos dias, em janeiro de 2006, quando as tropas ficaram sob comando interino de um general chileno, logo após a morte do general brasileiro Urano Bacellar.

Jaborandy ingressou no Exército em 1976. Formou-se oficial de Infantaria em 1979 e se distinguiu na carreira militar ocupando uma série de postos de comando. O general é formado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Brasil e pelo Instituto de Estudos Superiores Militares de Portugal. Jaborandy serviu como assessor parlamentar do gabinete do comandante do Exército e integrou o Grupo de Observação da ONU na América Central em 1991 e a Missão de Observação da ONU em El Salvador em 1992.

A Minustah foi criada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas em 30 de abril de 2004 na tentativa de colaborar com o governo haitiano para a restauração da ordem no país. O Haiti sofre com as consequências de um longo período de instabilidade política, dificuldades econômicas e violência urbana.

A missão tem como metas estabilizar o Haiti, pacificar e desarmar grupos guerrilheiros e rebeldes, promover eleições livres e colaborar com o desenvolvimento institucional e econômico do país. Diante da estabilização política e do controle da violência, a ONU trabalha para a retirada gradativa dos militares estrangeiros. Em março de 2013, o governo brasileiros começou o processo de redução do efetivo militar no país.