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Após derrota histórica da Seleção Brasileira, comércio faz liquidação de camisas

Medida visa atrair compradores para camisas, que antes custavam R$ 189 reais, hoje podem ser facilmente encontradas por R$ 65 reais

Lojas começam a fazer promoção de produtos verde e amarelo

Lojas começam a fazer promoção de produtos verde e amarelo (Erica Melo)

Prateleiras acumuladas de acessórios, blusas e bandeiras alusivas à Seleção Brasileira em promoção. Esse é o cenário das lojas que apostaram na caminhada rumo ao hexacampeonato do Mundo, a menos que resolvam fazer uma espécie de “liquidação total”, iniciado por algumas delas ainda ontem, com preços bem abaixo daqueles que hoje estão sendo praticados.

De acordo com o gerente do Grupo Baianos, Mauro Fernandes, 43, o número de vendas da loja caiu a partir do último jogo da seleção, sexta-feira 4. “Pude perceber o número de vendas caindo desde o último jogo do Brasil. Mas, agora, com a eliminação, elas vão cair drasticamente, o que é ruim, pois investimos muito para essa época”, desabafa o gerente.


Camisas que inicialmente eram vendidas por R$ 189 reais, hoje podem ser facilmente encontradas por R$ 65 reais. Segundo o vendedor da loja Visual do Pé, Lucas Feitosa, 19, a eliminação do Brasil do Mundial de Futebol refletirá diretamente no número de vendas. “Vendemos muito no começo da Copa. A cada jogo vencido da seleção, a loja vendia mais e mais. Com essa derrota, o número de clientes interessados em adquirir os produtos caiu e cairá drasticamente. Hoje, por exemplo, ainda não vendi um produto”, lamenta o vendedor. 

As alternativas encontradas pelos comerciantes para tentar driblar essa situação é conceder descontos que podem chegar até 50% em produtos referentes à Seleção Brasileira. “Estamos fazendo um mega saldão. Concedendo descontos nos produtos de até 50%. Vendíamos camisas que custavam R$ 19,90 e hoje estão saindo por R$ 10. Temos que encontrar uma forma de dar um destino para esses produtos, não podemos ter mais prejuízos”, afirma o gerente do Grupo Baianos.  A outra opção, conforme a vendedora da loja Leila Confecções, Marlene Moreno, 47, é guardar os produtos para 2018. “As camisas, bandeiras e acessórios que não conseguirmos vender, guardaremos para o próximo Mundial que será realizado em 2018”, frisa a vendedora.

Apesar das vendas terem sido boas nessa época, os comerciantes entrevistados por A CRITICA afirmam que a Copa de 2010 foi bem mais rentável para os negócios. “Não posso me queixar com o saldo de 2014. Mas comparando os valores desse mundial com o de 2010, com certeza, o melhor foi o de 2010, pois o Brasil daquele ano estava mais acreditado”, declara o vendedor Lucas Feitosa.