A estudante A.N., 16, não terminou o ensino médio, mas vai tentar se matricular numa vaga do curso de Direito da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Para isso, fez uma prova de supletivo numa instituição de ensino e, se aprovada, vai brigar pela garantia da vaga. A.N. conseguiu a vaga por meio do Sistema de Seleção Unificado (Sisu), onde se inscreveu e foi classificada para a o curso com as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Assim como ela, dezenas de outros estudantes na mesma situação vão tentar assegurar a vaga caso a instituição de ensino conteste a matrícula.
No dia 23 de janeiro, os desembargadores do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), vão analisar o Agravo de Instrumento que concedeu matrícula em curso de Direito da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) a aluno que não havia concluído o ensino médio. Esses casos são polêmicos, mas estão cada vez mais comuns em todo o País e não é diferente no Amazonas. Tanto na Ufam quanto na UEA, existem dezenas de estudantes nessa condição.
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