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CMM adia votação dos vetos ao Projeto da Lei Orçamentária de 2015

A previsão, de acordo com o líder do prefeito na Casa, vereador Wilker Barreto (PHS), é de que a matéria seja votada nesta terça-feira (19)

Dos 41 membros da Câmara Municipal de Manaus, 26 são candidatos na eleição deste ano aos cargos de deputado estadual, federal, senador e suplente de senador

Plenário da Casa apresentou 144 emendas à lei que orienta a aplicação do orçamento (Tiago Correa/CMM)

Ontem a Câmara Municipal de Manaus adiou mais uma vez a votação do veto parcial do Executivo Municipal a 26 emendas apresentadas pelos vereadores da Câmara Municipal de Manaus (CMM) ao Projeto da Lei Orçamentária (LDO) de 2015. A previsão, de acordo com o líder do prefeito na Casa, vereador Wilker Barreto (PHS), é de que a matéria seja votada hoje.

É a LDO que dará ao Poder Executivo os parâmetros para a aplicação dos R$ 4,5 bilhões previstos para o orçamento de 2015. Em 2 de junho desse ano, os vereadores aprovaram a LDO do próximo ano. Os parlamentares, na ocasião, tiveram 61, das 144 emendas apresentadas, aprovadas. Agora, o Executivo busca que o plenário da Casa Legislativa aprove o veto de 26, das 61 emendas aprovadas.

Dos 41 parlamentares, 12 tiveram emendas rejeitadas parcialmente pelo prefeito. São eles: Mário Frota (PSDB), Elias Emanuel (PSB), Rosivaldo Cordovil (PTN), Therezinha Ruiz (DEM), Luis Mitoso (PSD), Fabrício Lima (SDD), Socorro Sampaio (PP), Vilma Queiroz (PROS), Rosi Matos (PT), Amauri Colares (PROS), Professor Bibiano (PT) e Bosco Sairava (PSDB).

Os vereadores Elias Emanuel, Bosco Saraiva e Professor Bibiano foram os três parlamentares que mais tiveram emendas barradas pelo Executivo Municipal. Ao todo, 12 emendas foram vetadas dos três parlamentares, sendo quatro de cada. Entre as emendas vetadas de Elias está a da construção de Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Droga (CAPS AD) em cada zona da cidade.

Vereador de oposição, Professor Bibiano (PT) disse que não irá “sentar com o pires na mão para negociar com o prefeito” a aprovação das emendas vetadas. “Eu não vou negociar com ninguém. Mesmo havendo acordo e nós poderíamos até enveredar por este caminho se de fato esses acordos fossem cumpridos, mas na LOA 2014 (Lei Orçamentária Anual) se estabeleceu um acordo de cavalheiros e nenhum deles foi cumprido, então isso significa dizer que não dá para acreditar num parlamento onde os acordos de cavalheiros não são cumpridos”, disse.

Entre as emendas apresentadas pelo parlamentar e que foram vetadas pelo prefeito Artur Neto, estão a que trata da ação de implantação de áreas de conexão Wi-Fi abertas nos terminais de ônibus de Manaus.