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Empresários lamentam demora na aprovação da PEC que prorroga Zona Franca de Manaus

A cobrança dos representantes por celeridade no processo de aprovação da PEC em segundo turno na Câmara dos Deputados foi reforçada nesta quinta-feira (29) durante a 250ª reunião do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam)

A cobrança dos representantes por celeridade no processo de aprovação da PEC em segundo turno na Câmara dos Deputados foi reforçada nesta quinta-feira (29)

A cobrança dos representantes por celeridade no processo de aprovação da PEC em segundo turno na Câmara dos Deputados foi reforçada nesta quinta-feira (29) (Jornal A Crítica)

O clima de angústia e insatisfação cresce entre empresários e entidades do segmento industrial em Manaus. Os adiamentos sucessivos da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que dispõe sobre a prorrogação por mais 50 anos dos incentivos da Zona Franca de Manaus (ZFM) tem provocado impaciência da classe empresarial e pode começar a comprometer a entrada investimentos para o modelo.

A cobrança dos representantes por celeridade no processo de aprovação da PEC em segundo turno na Câmara dos Deputados foi reforçada nesta quinta-feira durante a 250ª reunião do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam), que aprovou 40 dos 41 projetos industriais em pauta.

Entre os empresários insatisfeitos, o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam) e também diretor da Technicolor, Wilson Périco, destacou que o processo “arrastado” da votação agrava ainda mais a situação de entrada de novos investimentos no Polo Industrial de Manaus (PIM). “Enquanto não houver a prorrogação, nem mesmo esses projetos aprovados hoje (ontem) poderão se concretizar. Ninguém investe se estiver inseguro. A espera é angustiante”, atacou.

Para Périco, as retiradas consecutivas da PEC 103/2011 da pauta da casa legislativa já afetam os investimentos e se refletem na pauta do Codam, formada em sua maior parte por projetos para produção de bens intermediários (componentes).

“Ninguém está mais fazendo aporte para bens finais, cujo retorno financeiro demore mais de oito anos, que é o prazo atual de validade da Zona Franca”, reforçou Périco.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) e também empresário, Antônio Silva também salientou uma preocupação crescente com a demora. Entretanto, ele ponderou que a situação política por qual passa o modelo ZFM ainda não afeta na prática os investimentos no parque fabril. “Ainda temos muitos projetos querendo se consolidar aqui. Mas a situação de conforto pode não durar mais muito tempo. A prorrogação precisa ser aprovada logo”, cobrou.

Projetos aprovados

Durante a reunião do conselho, 40 projetos foram aprovados para futura instalação no PIM. Juntos, eles somam 693,92 milhões e prometem criar 1.541 novos empregos, em um período de três anos. Apenas o projeto da Fort Indústria e Comércio de cimento foi retirado da pauta para vistas da Secretaria de Fazenda do Estado do Amazonas.

Entre os projetos aprovados, o mais volumoso foi o da Harman da Amazônia. Para a produção de auto-rádios com toca-discos a laser, o investimento previsto é de R$ 101,95 milhões com a criação de 180 novos postos de trabalho.