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Complexo viário com ondulações deixa motoristas apreensivos no trânsito de Manaus

Pista da alça superior do complexo viário Gilberto Mestrinho, na antiga 'Bola' do Coroado, sofre com irregularidades e deixa o tráfego perigoso no local

Ondulações tornam perigosa a pista da alça superior do complexo Gilberto Mestrinho e exigem atenção dos motoristas

Ondulações tornam perigosa a pista da alça superior do complexo Gilberto Mestrinho e exigem atenção dos motoristas (Luiz Vasconcelos)

Quem precisa trafegar pelo complexo viário Senador Gilberto Mestrinho de Medeiros Raposo, na antiga “Bola” do Coroado, há muito tempo tem observado que as pistas das alças superiores estão cheias de ondulações, principalmente no trecho que começa no fim da avenida Ephigênio Salles até a bifurcação, no ponto mais alto do viaduto, provocando reclamações entre os motoristas.

Pelo complexo, inaugurado em janeiro de 2010 e principal eixo viário de ligação das Zonas Leste, Sul e Centro-Oeste, trafegam diariamente mais de 13 mil veículos. “Faço esse trajeto diariamente e há bastante tempo que o viaduto está ruim. Não vejo nenhum tipo de trabalho de recapeamento da pista”, declarou o motorista Sérgio Santos Paixão. “E isso não deveria acontecer por se tratar de um viaduto com grande fluxo de veículos, principalmente nos horários do ‘rush’”, acrescentou.

Nesta quinta-feira (21), no final da manhã, enquanto A CRÍTICA fazia o registro fotográfico do complexo viário, vários motoristas fizeram questão de pedir, por meio da imprensa, que o poder público tome providências. “Quando está no inverno, a desculpa é a chuva que atrapalha as obras. Já estamos no verão. E agora? Certas ruas deveriam ser priorizadas porque, por ali, passam milhares de pessoas. Além disso, nos horários de pico, reina o caos no trânsito”, afirmou o acadêmico Carlos Eduardo Santos, que precisa percorrer o viaduto para chegar ao campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), onde estuda.

Para ele, o risco de acidentes nessa área aumenta por conta do trânsito conturbado e das pistas em condições precárias, além da falta de sinalização.

Construtora acionada

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) informou ontem que a empresa responsável pela obra, a mineira Camargo Corrêa, foi notificada em maio deste ano para que providenciasse os reparos necessários no viaduto.

Na semana passada, engenheiros da empresa realizaram uma visita técnica no local, acompanhados do secretário da Seminf, Luiz Borges, e estarão emitindo um lado nos próximo dias sobre o que deverá ser feito para a recuperação do piso do “tabuleiro”. “É de conhecimento da Seminf que o local necessita de serviços e reparos, porém, não existem problemas estruturais no viaduto. Os serviços necessários são de manutenção de asfalto; sem maiores danos à população”, enfatizou a Seminf, por meio da sua assessoria de imprensa.